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Mostrando postagens de Junho, 2015

A HISTÓRIA DA METADE DA LARANJA...

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A história da metade da laranja… Acredito que muitos já escutaram algo referente ao amor que completa metaforicamente conhecido como “metade da laranja”. Parte desse pensamento tem influência do Romantismo que encontramos nas comédias românticas, nos contos de fadas, nos livros de romance, músicas ou nas novelas.


Penso no cuidado que se deve ter com essa história da metade eu e metade o outro. É linda, romântica e poética a historia da laranja, mas e se a outra metade estiver amarga, azeda ou o que é pior estragada? É bem irônico esse comentário, eu admito, mas parte de uma realidade, pois essa ideia do outro que completa pode ser perigosa. Por isso hoje, proponho uma reflexão sobre este tipo de amor, o amor romântico.

Procurar um parceiro (a) que completa é o mesmo que colocar um ponto final em uma historia que poderia ser recheada de emoções, aventuras e descobertas, pois se nos completa o que mais podemos fazer, construir ou desejar? Já não completou?
Essa ideia de completude tem a bas…

ENTREGUE-SE AO AMOR

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ENTREGUE-SE AO AMOR

O medo de fazer sexo pode esconder um medo maior de se deixar envolver numa relação amorosa, de entregar-se a uma experiência de realização mais profunda, pois isso poderia denotar a perda de "controle", de uma falsa autossuficiência e da perda do "poder de si mesmo" no outro. Nesse caso, é preciso reprogramar a mente para que o medo se dissolva e, assim, a pessoa tenha coragem de arriscar-se a viver além das barreiras, ora ostensivas, ora sutis que surgem em nossa saúde sexual. A coragem, que tem em sua raiz etimológica a palavra cuore (do latim, coração), pressupõe um investimento do coração na ação. Uma escuta atenta do nosso coração pode nos impulsionar a viver mais integralmente a nossa sexualidade, permitindo-nos o exercício pleno da liberdade. Dessa forma conseguiremos aliar às nossas experiências do cotidiano a ação de fazer sexo como uma fonte de prazer e de realização emocional no encontro amoroso e da própria estruturação de nossa iden…

HOMOSSEXUAIS E A BURRICE

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Homossexuais e a Burrice

Num pequeno espaço de tempo do mesmo mês ocorrem duas grandes paradas em São Paulo. A “Marcha para Jesus” e a “Parada do Orgulho Gay”. Ambos eventos polarizam opiniões e movimentam muita gente pelas ruas, trazendo bônus e ônus.
Ontem teve parada do orgulho gay. Paradas gays são divertidas. Paradas gays movem milhões de reais, lotam hoteis, alimentam e geram empregos. Paradas gays causam uma balbúrdia feladaputa e deixam um monstruoso rastro de sujeira. Paradas gays conclamam héteros, transgêneros, assexuados e toda miríade de subgrupos que possam ser arregimentados sob a sigla LGBT.
Sob músicas como “Its Raining Man” e hits da Gloria Gaynor, como “I will Survive”, a galera se esbalda num carnaval fora de época, meio trio elétrico baiano, com beijaços de todos os tipos, meio blocos cariocas com suas fantasias, mães pela Igualdade (formada por mães orgulhosas de seus filhos gays), muita cerveja, pegação, danças e bagunça. No discurso, a festa importada de São Franc…

O EFEITO DO AMOR É SIMILAR AO DE DROGAS ? VEJA MITOS E VERDADES

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O efeito do amor é similar ao de drogas? Veja mitos e verdadesNoelle Marques
Do UOL, em São Paulo
12/06/201509h52 
"Eu sentia calafrios e o coração acelerado antes mesmo de termos ficado. Depois veio a ansiedade toda vez que íamos nos ver". A relações públicas Marina Machado, 27, teve um início de paixão um pouco conturbado. Não pelo relacionamento em si, mas pelo que sentiu quando se apaixonou por seu namorado. Ela também conta que chegou a parar de comer uma vez, mas só quando o casal ficou uns dias sem se ver.
Ao se apaixonar, muitas pessoas relatam um nervosismo muito grande, uma ansiedade para ver a pessoa e sensações como dificuldades para respirar, falta de apetite, aumento na pressão arterial e até efeitos similares ao de uso de drogas. Mas será que o amor é capaz de afetar a saúde desta forma?
Segundo a coordenadora do programa de estudos em sexualidade da USP, Carmita Abdo, a sensação de quando a pessoa se apaixona pode sim ser parecida com a do uso das drogas, pois h…

JOVEM VICIADO EM PORNÔ SOBRE SUA VIDA SEXUAL : 'MULHERES NORMAIS NÃO ME EXCITAVAM'

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BBCDaniel Simmons está há um ano e meio  sem assistir pornografia Jovem viciado em pornô sobre vida sexual: 'Mulheres normais não me excitavam'
Por BBC| 08/06/2015 15:24

Hábito rapidamente se tornou diário e fez jovem britânico perder o controle de sua vida
Daniel Simmons, de 23 anos, é um viciado em pornografia atualmente em recuperação. Mas, antes de procurar ajuda profissional para o problema, ele conta que não conseguia se concentrar nas tarefas do dia, não conseguia se relacionar sexualmente com mulheres "de verdade" e, mesmo assim, não conseguia parar. "Eu tinha 15 anos quando comecei a assistir pornografia, após meus pais me comprarem um laptop. Fiz o que praticamente todo adolescente faz e procurei sites de pornografia", diz Simmons à BBC. O problema, conta, é que o hábito rapidamente se tornou diário e o fez perder o controle de sua vida. "Eu assistia pornografia duas horas por dia. Perdi minha capacidade de concentração. Não conseguia focar minha aten…