quarta-feira, 24 de agosto de 2016

SELVÁTICAS : UM ENSAIO FOTOGRÁFICO CONTRA A SEXUALIZAÇÃO DO CORPO FEMININO

Foto: Beto Figueiroa Data: Setembro/2015 Ass: Ensaio Selv‡ticas.

Selváticas: um ensaio fotográfico contra a sexualização do corpo feminino


 “Este ensaio fotográfico nasce como uma ação-arte-manifesto contra a sexualização do corpo feminino. Vem para questionar a censura dos seios presentes em obras de arte, compartilhadas na rede social mais acessada no mundo. Não estamos nuas. Estamos sem blusa. E é assim que queremos também discutir a democratização das redes, a manipulação de conteúdo na […]

Publicado em 22 de setembro de 2015

“Este ensaio fotográfico nasce como uma ação-arte-manifesto contra a sexualização do corpo feminino. Vem para questionar a censura dos seios presentes em obras de arte, compartilhadas na rede social mais acessada no mundo. Não estamos nuas. Estamos sem blusa. E é assim que queremos também discutir a democratização das redes, a manipulação de conteúdo na comunicação e o retrocesso causado pelos gigantes que ameaçam controlar a internet, escolhendo qual será o nosso consumo político e ideológico.”
Esse é o primeiro parágrafo da descrição do projeto Selváticas no site oficial de Beto Figueroa escrito por sua parceira e jornalista Aline Feitosa.
Todas as fotos foram feitas dentro de uma banheira e 14 mulheres se ofereceram voluntariamente para fazer esses incríveis registros, “despidas de puritanismo e pecado”, escreve.
Uma de suas fotos foi excluída do Facebook. Postaram outra foto, poética, linda e não bastando, em vez de censura, todo o perfil em questão foi desativado, uma conta com 10 anos.
Eles abriram um processo contra a rede, que em e-mail respondeu coisas como “se está em uma empresa privada, siga as regras”.
E para isso, o texto responde: “somos o que queremos. E estaremos onde queremos estar”.

Fonte:http://planofeminino.com.br/selvaticas%E2%80%AC-um-ensaio-fotografico-contra-a-sexualizacao-do-corpo-feminino/

Confira algumas imagens desse lindo trabalho:
Foto: Beto Figueiroa Data: Setembro/2015 Ass: Ensaio Selv‡ticas.
Foto: Beto Figueiroa Data: Setembro/2015 Ass: Ensaio Selv‡ticas.
4a5d9cde88b6a811070c53f929d8ac561442859791
Foto: Beto Figueiroa Data: Setembro/2015 Ass: Ensaio Selv‡ticas.
Foto: Beto Figueiroa Data: Setembro/2015 Ass: Ensaio Selv‡ticas.
Foto: Beto Figueiroa Data: Setembro/2015 Ass: Ensaio Selv‡ticas.
Foto: Beto Figueiroa Data: Setembro/2015 Ass: Ensaio Selv‡ticas.
Foto: Beto Figueiroa Data: Setembro/2015 Ass: Ensaio Selv‡ticas.
Foto: Beto Figueiroa Data: Setembro/2015 Ass: Ensaio Selv‡ticas.
Foto: Beto Figueiroa Data: Setembro/2015 Ass: Ensaio Selv‡ticas.
Foto: Beto Figueiroa Data: Setembro/2015 Ass: Ensaio Selv‡ticas.
Foto: Beto Figueiroa Data: Setembro/2015 Ass: Ensaio Selv‡ticas.
Foto: Beto Figueiroa Data: Setembro/2015 Ass: Ensaio Selv‡ticas.
Foto: Beto Figueiroa Data: Setembro/2015 Ass: Ensaio Selv‡ticas.
Foto: Beto Figueiroa Data: Setembro/2015 Ass: Ensaio Selv‡ticas.
Foto: Beto Figueiroa Data: Setembro/2015 Ass: Ensaio Selv‡ticas.
Foto: Beto Figueiroa Data: Setembro/2015 Ass: Ensaio Selv‡ticas.

ENSAIOS SOBRE O FEMININO, A NOVA SÉRIE DO ESCRITOS PSICANALÍTICOS

feminino2.jpg


ENSAIOS SOBRE O FEMININO, A NOVA SÉRIE DO ESCRITOS PSICANALÍTICOS

Escrito por André Nascimento



A nova série de textos do Escritos Psicanalíticos
Desde os primórdios da psicanálise, as mulheres despertaram muitos enigmas aos médicos que se propunham a atendê-las em seus consultórios ou enfermarias.
Enigmas que colocavam, cada vez mais, desafios àqueles que estudavam e se dedicavam a curar as doenças.
Havia pacientes que apresentavam sintomas intensos no corpo, como por exemplo, paralisias, sem qualquer lesão orgânica.
Como isso era possível?
21149_10151453297116633_334646975_n.jpg
Ora, se não havia lesão…
Como se daria a “cura” desse paciente?
Como saber qual a medicação que deveria ser administrada, se não havia nenhuma lesão no corpo que desse pistas que permitissem traçar a direção da cura?
mulhe.jpeg
Constatou-se, então, que “algo” escapava do alcance do ato/discurso médico.
Ainda bem que, Sigmund Freud, na época, médico neurologista, se deixou afetar por esses enigmas, e iniciou uma jornada a fim de descobrir qual era a causa daqueles sintomas.
Por incrível que pareça, foram esses e outros enigmas que contribuíram para a teorização e a construção, do que viria a ser, a psicanálise – tal qual conhecemos hoje.
É fundamental dizer que Freud só inaugurou uma nova abordagem dos dilemas e anseios humanos, graças a uma de suas pacientes, que em um dado momento de uma sessão, interrompe a fala de Freud, pede que ele se cale e escute o que ela tinha a lhe dizer.
mulher hy.jpg
Os efeitos do ato da paciente, repercutem em Freud, e o leva a rever a sua prática clínica, e a adotar uma nova postura no setting analítico:
Freud passa a retirar de cena o seu conhecimento/saber (construído com base em seus estudos científicos e suas vivências pessoais) e tem a difícil tarefa de conseguir suportar escutar os seus pacientes.
Tal atitude, possibilitou a Freud constatar que é o saber (inconsciente) vindo do paciente que aponta a direção e o manejo do tratamento ao analista. E não o contrário.
mulheres-turcas-9.jpg
E mais do que isso, que é este saber, construído na experiência analítica, que possibilita a erradicação de alguns sintomas. Eu disse, alguns sintomas, e não todos.
O sintoma é aquilo que o sujeito tem de mais particular.
E, tem uma dupla face: representa a causa de alguns dos sofrimentos mas, também, é a sua via de salvação.
foto-principal.jpg
Por isso, a psicanálise propõe que a pessoa fale, para o sintoma falar.
Adoecemos do que não conseguimos falar.
E é no corpo, no próprio corpo, que esses sintomas eclodem.
O sintoma clama por nome, por voz, por uma leitura.
Aqui, temos uma inversão importante: Freud passa do ato/discurso médico para o ato/discurso analítico.
Eis que vemos os primeiros passos, o primeiro caminhar, da psicanálise.
Mulher-feliz-e1337000918512.jpg
Tempos depois, o enigma do que é o feminino permanece.
O que levou Sergio André a escrever o livro “O que quer uma mulher?”, publicado pela Editora Jorge Zahar, no ano de 1998.
André também se propôs a traçar alguns comentários sobre o “Tornar-se mulher”…
O que vai ao encontro do que a escritora e filósofa francesa Simone de Beauvoir[1] diz em uma de suas obras:
“Ninguém nasce mulher, torna-se mulher”.
mulherfeliz1.jpg
Hoje, sou mais um daqueles que se aventura no território enigmático do feminino.
Tal empreitada se dá, graça a algumas mulheres, para além de qualquer estereótipo ou idade cronológica que, vez e outra, trazem questões interessantíssimas para a sua análise, colocando em pauta o feminino.
cabecalho_mulher1.png
Mulheres jovens, adultas e até idosas, se vêem diante de questões como:
  1. o gozo Feminino (dão ênfase principalmente ao orgasmo, e os efeitos que este tem no corpo da mulher e em seu ser, como mulher);
  2. a primeira relação sexual (as marcas de sua primeira relação sexual, sensações, o que puderam ou não dizer sobre o ato sexual, e se tinham entendimento do que estava prestes a ocorrer – coito)
  3. o que quer uma mulher?;
  4. o que é Ser uma mulher?;
  5. como alguém torna-se mulher?;
  6. o que ela, como mulher, acredita que precisa ser ou ter para habitar o desejo de um homem;
  7.  O que têm naquele  homem “x”, que desperta o desejo de uma mulher?
Estas e outras questões, tem comparecido cada vez mais nos  consultórios de psicanálise.
Finalizo este texto, com as palavras de uma paciente, regado de entusiasmo e êxtase, ao falar sobre o amor e o toque de um homem:
mull.jpg
“Quando o homem ama de verdade uma mulher… O toque de um homem é capaz de despertar uma mulher… lhe dar vida!”.
mulher-sorrindo_0_1.jpg
Notas
[1]  A obra mais conhecida de Simone de Beauvoir é “O segundo Sexo”.
Curta, siga e compartilhe o Escritos Psicanalíticos também no Facebook FBlogo300.

escritos psiAndré Bassete do Nascimento (André Nascimento). Psicólogo. CRP 16/4290. Consultório Particular: Praia do Suá, Vitória, Espírito Santo (ES). Autor, editor e idealizador do Blog Eu Tava Aqui Pensando e Escritos Psicanalíticos. Contato: (27) 999617815 (Vivo). Correio Eletrônico: dreebn@yahoo.com.br



Fonte:https://escritospsicanaliticos.wordpress.com/2016/02/19/da-serie-ensaios-sobre-o-feminino/?blogsub=confirming#subscribe-blog

domingo, 21 de agosto de 2016

EMPRESA VENDE BONECAS ERÓTICAS DE CRIANÇAS,SOB A ALEGAÇÃO DE PODER SUPRIMIR DESEJOS DE PEDÓFILOS,O QUE NÃO FUNCIONA NA PRÁTICA

Empresa vende bonecas eróticas de crianças para suprimir desejos de pedófilos
Yahoo Noticias International17 de agosto de 2016
Uma empresa anda criando ‘bonecas eróticas’ para pedófilos. A iniciativa tem recebido repressão.
A empresa Trottla foi fundada por um artista pedófilo, Shin Takagi, que afirma nunca ter levado a cabo seus próprios desejos.
Por mais de uma década, a empresa tem criado bonecas eróticas infantis (com corpos de crianças de 5 anos) e vendido por todo o mundo.
As bonecas, vendidas por mais de 6 mil libras cada, são feitas de borracha e vêm com acessórios como perucas e marcas de biquíni.
Na Austrália, a alfândega apreendeu 18 remessas das bonecas - que também são ilegais em vários outros países.
As bonecas continuam sendo permitidas por lei no Reino Unido. Defensores da ideia afirmam que ela ajuda pedófilos a controlarem seus impulsos.
Mas Kathleen Richardson, da Campaign Against Sex Robots disse: “Não acredito nem por um segundo que produzir bonecas eróticas infantis ajuda de alguma forma a impedir a pedofilia, e digo isso porque já temos provas disso.”
“Já existem muitas imagens de abuso infantil e a pedofilia não parou, porque a pedofilia é sobre obter controle, não satisfazer desejos.”
Fonte:https://br.noticias.yahoo.com/empresa-vende-bonecas-er%C3%B3ticas-de-crian%C3%A7as-para-083815504.html
 



sábado, 20 de agosto de 2016

O CAMINHO DO AMOR PRÓPRIO E DA RESILIÊNCIA




O caminho do amor próprio e da resiliência

Ter boa saúde mental e emocional não está associada ao fato de não termos momentos de dificuldade, obviamente todas as pessoas passam por momentos difíceis que geram stress, medo, angústia e dor. O que vai definir aquele que tem uma boa saúde emocional daquele que não detém esse estado de equilíbrio é a capacidade de resiliência de cada um.
Para aprender a seguir em frente mesmo após os dias que não são tão bons, precisamos olhar para dentro de nós mesmos, respeitar os nossos sentimentos, parar de lutar contra eles e ter uma atitude de aceitação e mudança. Afinal, como diria o Leonardo Boff, a crise é uma oportunidade de crescimento.
Mas como desenvolver a resiliência?
A primeira consideração que devemos fazer a nós mesmos é que, geralmente, quando as coisas não vão exatamente da forma como gostaríamos, temos a tendência a sermos mais duros conosco, nos cobramos além daquilo que deveríamos, damos atenção e importância a pensamentos e sentimentos negativos e eles transformam os nossos obstáculos em barreiras quase que intransponíveis.
Desenvolver equilíbrio emocional não é fácil e exige muito esforço e dedicação. Confrontar-se consigo mesmo, com as coisas que passamos a vida inteira tentando esconder de nós mesmos é uma tarefa árdua, que exige tempo, por isso nem todas as pessoas estão preparadas para essa jornada.
O nível mais profundo de estabilidade emocional que conseguimos ter está associado a aquilo que conseguimos estar conscientes sobre nós mesmos, autoconhecimento é o melhor caminho para lidar com as frustrações da vida, desenvolver as nossas potencialidades, reconhecer os nossos fracassos, aprender a diferenciar os nossos sentimentos dos sentimentos alheios, e tudo isso nos ajuda a desenvolver autoconhecimento, amor próprio e resiliência.
Observar os nossos pensamentos, a qualidade daquilo que permeia o nosso ser e passar a ter uma atitude mais crítica acerca daquilo que produzimos no nosso interior, como os pensamentos negativos acerca de nós mesmos é uma boa maneira de ter acesso ao autoconhecimento.
Quando passamos a perceber de que maneira somos afetados pelas coisas, percebemos que ter pensamentos negativos não é um problema, afinal, todas as pessoas têm esses pensamentos e eles ocorrem junto com o fluxo normal de pensamentos, sendo praticamente impossível evitá-los. Entretanto, conhecer e entender o que eles dizem a nosso respeito, conseguir não deixar que eles influenciem o nosso comportamento e estado de equilíbrio é fundamental para atingir maturidade emocional.
Superar os nossos medos, traçar objetivos, continuar a caminhada mesmo no meio das grandes dificuldades são atitudes geradoras de resiliência, além de naturalmente aumentarem a autoestima e o autoconhecimento. Aprendemos a diferenciar esses conceitos apenas didaticamente, por que na prática entendemos que eles ocorrem juntos, no fluxo da vida. Ninguém consegue desenvolver resiliência sem autoconhecimento, ninguém consegue desenvolver autoestima sem ter “as rédeas” da própria vida.
Aprender a parar de se machucar, conhecer bem os nossos sentimentos e saber usá-los a nosso favor exige muito autoconhecimento, desenvolve a nossa capacidade de resiliência e autoestima.
Ocorre que muitas vezes a falta de autoestima nos leva a usar a medida do outro na nossa própria fôrma. Cada um tem em si aquilo que é capaz de impulsionar para alcançar os seus objetivos. O que faz a Maria exalar alegria pode não fazer a Joana feliz e saltitante. Cabe a cada um encontrar-se consigo mesmo. Escrever o seu caminho. Desenhar a sua fôrma e ser feliz em sua própria medida.
Psicóloga Clínica CRP 06/46899

Fonte: http://www.psicologiasdobrasil.com.br/o-caminho-do-amor-proprio-e-da-resiliencia/#ixzz4Hsp4bxXL



"COMO VIVER APAIXONADAMENTE..NÃO IMPORTA SUA IDADE." - ISABEL ALLENDE (VÍDEO)

“Como viver apaixonadamente… Não importa sua idade.” Por Isabel Allende
“Se escrevo alguma coisa, temo que ela aconteça, se amo demais alguma pessoa, tenho medo de perdê-la; no entanto, não posso deixar de escrever, nem de amar… ” Isabel Allende
A escritora chilena Isabel Allende está com 71 anos. Sim, ela tem algumas rugas; mas tem também um incrível ponto de vista. Nesta palestra franca dirigida a espectadores de todas as idades, ela fala de seus temores ao envelhecer e conta como planeja continuar a viver de modo apaixonado.
Nota: com seus 71 anos uma das escritoras mais consagradas da contemporaneidade descreve a sensação de invisibilidade que tem frente a uma sociedade que só valoriza os jovens. Vale conferir.
Versão com legendas em espanhol.

Fonte: http://www.psicologiasdobrasil.com.br/como-viver-apaixonadamente-nao-importa-sua-idade-por-isabel-allende/#ixzz4HsiVhjGF




sábado, 6 de agosto de 2016

A MELHOR POSIÇÃO SEXUAL PARA VOCÊS CHEGAREM AO ORGASMO JUNTOS

Essa é a MELHOR posição sexual para vocês chegarem JUNTOS ao orgasmo: acredite!

Cenas de sexo em filmes e novelas normalmente chegam ao fim quando o homem e a mulher interpretam um orgasmo simultâneo e intenso. Porém, você certamente já aprendeu que, na vida real, nem sempre a relação sexual é tão simples e atingir o prazer máximo no mesmo tempo que o parceiro é algo até pouco comum.
Menos complexos que as mulheres, os homens tendem a ter mais facilidade em atingir o orgasmo e pode até acabar frustrando as parceiras quando se apressam demais e acabam não conseguindo controlar a ejaculação por um tempo maior. Mas saiba que existe uma posição específica que pode ajudar a fazer com que vocês cheguem juntos ao orgasmo.
Saiba qual é a posição ideal para atingir o orgasmo junto com seu parceiro
Saiba qual é a posição ideal para atingir o orgasmo junto com seu parceiro
E não é preciso ser uma atleta sexual ou conhecer todas as poses do Kama Sutra, pois a posição é simples e você provavelmente já experimentou: a posição da cavalgada, quando a mulher está por cima do homem levemente inclinada para frente.
A posição é considerada uma das que mais facilitam o orgasmo para mulher porque, nela, é possível que ela tenha todo o controle dos movimentos e intensidade, podendo acelerar ou retardar o ritmo da penetração. Além disso, a posição ainda permite uma grande estimulação do clitóris, aumentando as chances de orgasmo mútuo.
Fonte:http://www.vix.com/pt/bdm/amor-e-sexo/essa-e-a-melhor-posicao-sexual-para-voces-chegarem-juntos-ao-orgasmo-acredite

COMO A MULHER DEVE ACARICIAR O PÊNIS DO PARCEIRO : DICAS PARA QUEM MORRE DE VERGONHA DE PERGUNTAR ISSO

Como acariciar o pênis: dicas para quem morre de vergonha de perguntar isso ao parceiro

Para muitas mulheres, as preliminares são essenciais para que elas entrem no clima e fiquem dispostas para uma grande noite de sexo. Engana-se quem pensa que o homem descarta totalmente as brincadeiras antes da transa. No entanto, por timidez ou falta de experiência, algumas mulheres não sabem exatamente como agradar o parceiro com toques sensuais. Aprenda dicas de como acariciar o pênis e levar o companheiro à loucura
Antes de mais nada é preciso saber que o pênis é uma região bastante sensível para o homem e precisa ser tratada com calma e cuidado, pelo menos no início da brincadeira. Usar um bom lubrificante ajuda bastante na hora de acariciar o membro do parceiro. Com o gel nas mãos, a mulher pode começar a masturbar lentamente o companheiro, de forma bem gentil, atiçando e provocando.
Quando o pênis estiver bem ereto, a masturbação pode ficar mais intensa. A mulher pode apostar em movimentos mais rápidos e segurar o membro com mais força. Cada homem gosta de um tipo de toque. Portanto, é importante ficar de olho nas expressões faciais dele, sentindo e percebendo a forma como ele tem mais prazer.
Usar a língua ainda pode ser bastante excitante na brincadeira. Enquanto masturba e acaricia o parceiro, a mulher pode encostar a ponta da língua na glande, a cabeça do pênis, bem de leve para deixá-lo arrepiado. Se fizer isso olhando para os olhos dele, certamente vai fazer com que ele perca o fôlego. Lamber a base do pênis e os testículos, sem iniciar, de fato, o sexo oral, também é uma forma de carícia que eles gostam muito.
Publicidade

Vale lembrar ainda que criatividade é a palavra de ordem entre quatro paredes. Usar essas dicas básicas com complementos só seus ajudam a inovar na hora do sexo e fazer com que a transa fique ainda mais apimentada.
Fonte:http://www.vix.com/pt/bdm/amor-e-sexo/como-acariciar-o-penis-dicas-para-quem-morre-de-vergonha-de-perguntar-isso-ao-parceiro