sexta-feira, 24 de junho de 2016

CHINESES SOLITÁRIOS ESTÃO TENDO RELACIONAMENTOS ROMÂNTICOS COM BONECAS EM TAMANHO REAL


Chineses solitários estão tendo relacionamentos românticos com bonecas em tamanho real

23 de junho de 2016


Cresce o número de homens solteiros da China que, em vez de carne e osso, preferem o silicone e iniciam relacionamentos românticos com bonecas em tamanho natural.

Atualmente existem mais de 50 modelos de bonecas bastante reais no mercado, desenhados para atender as preferências de cada cliente — as bonecas têm corpos, olhos e cabelos diferentes, e até mesmo variadas texturas de pele.
Quase todos os compradores dessas bonecas são homens, e alguns até mesmo estão se apaixonando por elas, dando-lhes nomes, personalidades e uma “alma” que combine com a sua.

Relacionamentos: Os homens estão tratando suas bonecas como seres humanos (CEN)

Amor: Song Bo trata sua boneca como se ela fosse uma filha (CEN)

No entanto, nem todos usam as bonecas para substituir uma namorada — Song Bo, um dos entusiastas de bonecas mais famoso de Beijing — comprou a sua depois de ter sido diagnosticado com um cisto na cabeça.
Ele afirmou que não quer correr os riscos típicos de um casamento, nem ter filhos, e em vez disso, ele agora trata a boneca como se fosse uma filha.
Song é visto com frequência passeando com sua “filha” — que custou mais de 7.500 reais — pelos parques e andando de metrô em sua cidade natal.
Zhang Fan, que tem 36 anos e trabalha como corretor na bolsa de valores da capital chinesa, é mais um proprietário que afirma que sua amiga de plástico não é apenas um brinquedo ou uma boneca qualquer, mas é, na verdade, a versão feminina dele mesmo.

Solteiros carentes: É cada vez maior o número de homens solitários que estão comprando bonecas para substituir os humanos (CEN)

Substitutas: É comum que os donos das bonecas lhes atribuam uma personalidade (CEN)

No entanto, os pais de Zhang ainda insistem em que ele se case com uma pessoa real e só lhe dão permissão para brincar com sua amiga, sempre que quiser, se ele prometer que vai tentar encontrar a garota ideal e se casar.
Mas ele não deseja assumir as responsabilidades próprias da vida de casado, tais como comprar uma casa, ou criar filhos — em vez disso, ele planeja passar sua vida com sua boneca.
Nem todos os homens planejam ter um relacionamento tão longo - Li Chen, de 58 anos, disse que sua boneca o ajudou a se manter jovem e cheio de energia após seu divórcio, há 12 anos. Ele diz ainda que ela o ajudou a preparar-se para um novo casamento — com uma mulher de 24 anos.

Figura acima: CEN
https://br.noticias.yahoo.com/

quinta-feira, 9 de junho de 2016

AMERICANA LARGA O EMPREGO PARA AMAMENTAR O NAMORADO DE 36 ANOS



Americana larga o emprego para amamentar o namorado de 36 anos




A norte-americana Jennifer Mulford, de 36 anos, abandonou o emprego para permanecer em casa amamentando seu… namorado também de 36 anos! O fisiculturista Brad Leeson e ela têm um relacionamento não muito comum, com base na amamentação.

Sim, você não leu errado: todos os dias Jennifer dá de mamar para Brad. “Quando li sobre o laço que a amamentação poderia criar entre duas pessoas, senti inveja”, conta ela em entrevista ao The Sun. “Eu sempre gostei muito que meus seios fossem tocados durante o sexo, então sabia que iria gostar disso”.  
Como ela não engravidou recentemente, Jennifer tem que induzir a lactação. A cada duas horas, ela usa uma bomba para estimular a produção de leite, até que o namorado suga os seus seios. A “refeição” acontece tanto no período da manhã quando da noite.
“As noites têm sido uma luta, porque Brad dorme tão tranquilamente, mas conseguimos lidar com as dificuldades e ele adormece como um bebê, ‘grudado’ em mim, o que é bonito”, acrescentou. 

A mulher admitiu que toma uma bebida feita de plantas própria para gestantes que aumenta a produção de leite e também estimula os hormônios. 
Toda essa história começou quando Jennifer descobriu que o rapaz sentia atração por mulheres de seios grandes na maternidade. 
“No momento em que eu soube que ele era o meu companheiro para a vida toda, nós quisemos a mesma coisa para o relacionamento: um laço mágico que apenas a amamentação poderia alcançar”, encerrou.
Brad, que é fisiculturista, crê que o leite da namorada é também um suplemento alimentar para o seu condicionamento físico. Agora, o casal que vive em Atlanta quer promover o movimento chamado de “Adult Breastfeeding Relationship” (relação adulta baseada na amamentação, em tradução livre).
Fotos: Reprodução/Facebook

https://br.noticias.yahoo.com/americana-larga-o-emprego-para-amamentar-o-183857725.html


SEXO : HOMENS GOSTARIAM DE TRANSAR MAIS DE 8 VEZES POR SEMANA DIZ ESTUDO


Getty Images
Homens têm mais desejo de transar do que as mulheresimagem: Getty Images












                 
Que homens e mulheres têm comportamentos afetivos e sexuais muito diferentes não é novidade. Mas uma das principais diferenças entre eles é com relação à frequência ideal de relações sexuais. Um levantamento conduzido pela psiquiatra Carmita Abdo, coordenadora do Prosex (Projeto Sexualidade), do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da USP (Universidade de São Paulo), com apoio da Pfizer, identificou que os homens desejam ter relações sexuais mais de oito vezes por semana. Já as mulheres se contentam com três vezes no mesmo período. Em geral, a expectativa média de relações entre os casais é de 2,9 vezes por semana.
Para realizar o levantamento, a pesquisadora ouviu 3.000 participantes com idades entre 18 e 70 anos, de sete regiões metropolitanas do Brasil (São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Salvador, Belém, Porto Alegre e Distrito Federal). A nova pesquisa é uma versão atualizada do estudo "Mosaico Brasil", de 2008. "Embora muita coisa tenha mudado e tenhamos a impressão de que é natural falar sobre sexo, muitas mulheres temem julgamentos relacionados a certos comportamentos sexuais, o que acaba limitando o próprio prazer", afirma Carmita.
No que se refere a estímulos para se excitar e alcançar o prazer, o comportamento feminino e o masculino também diverge. De acordo com os dados da pesquisa, cerca de 40% das mulheres não se masturbam e, dessas, quase uma em cada cinco mulheres (19,5%) nunca experimentou a prática. Já entre os homens, 82,7% adotam essa forma de prazer.
Em relação à visualização de conteúdo erótico na internet, quase metade das mulheres (45,2%) afirma que nunca acessa esse tipo de material, ante 20,8% dos homens.
As diferenças também aparecem quando o tema é preocupações com a vida sexual. Enquanto a principal fonte de preocupação das mulheres (45,9%) é a possibilidade de contrair uma DST (doença sexualmente transmissível), a maior preocupação entre os homens é não satisfazer a parceira, temor apontado por 54,8% dos entrevistados.
Tanto os homens quanto as mulheres fazem distinção entre a vida afetiva e sexual, no entanto, mais da metade deles (50,8%) diz que se considera realizado em ambas as esferas, o que não se verifica entre as mulheres –apenas 44,4% delas têm a mesma percepção. “Provavelmente porque as mulheres têm mais expectativas. Elas esperam mais das relações do que os homens. Se eles têm sexo bom, ereção e orgasmo, está tudo ótimo para eles. Já as mulheres prezam pela intimidade emocional”, fala Carmita.
Fonte:http://estilo.uol.com.br/comportamento/noticias/redacao/2016/06/09/homens-gostariam-de-transar-mais-de-oito-vezes-por-semana-diz-estudo.htm

quarta-feira, 8 de junho de 2016

DE TRÊS ANOS DE PRISÃO A DECAPITAÇÃO : AS PUNIÇÕES POR ESTUPRO PELO MUNDO

Protesto no Rio de Janeiro contra estupro coletivo de adolescente de 16 anos

  • Protesto no Rio de Janeiro contra estupro coletivo de adolescente de 16 anos

De três anos de prisão a decapitação: as punições por estupro pelo mundo


08/06/2016
06h00
Considerado um crime hediondo, o estupro no Brasil tem pena prevista de seis a dez anos de reclusão. Após a divulgação de recentes ocorrências de estupros coletivos no Rio de Janeiro e no Piauí, o Senado decidiu endurecer ainda mais a punição para esses casos específicos: a pena máxima será de 12 anos e meio de prisão.
Mesmo com essa recente mudança e a ampliação do conceito de estupro ocorrida em 2009 (carícias forçadas, por exemplo, passaram a ser classificadas como este tipo de crime), o Brasil pode ser considerado um país com punições brandas a autores de crimes sexuais, na comparação com algumas nações do Oriente Médio, por exemplo, que preveem pena de morte para estupradores. 
UOL listou as legislações penais de oito países que mostram não apenas as diferentes punições aplicadas, mas também a próprias variações sobre o conceito de estupro.

Veja como alguns países punem o crime de estupro

iStock
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Japão

O código penal japonês divide os crimes sexuais em três categorias: estupro (relação sexual com penetração), indecência forçada ("quem, por meio de agressão ou intimidação, comete um ato indecente à força em um homem ou mulher") e vantagem sexual de uma pessoa desacordada. No caso de estupro a pena mínima é de três anos "de prisão com trabalho", se previsão de pena máxima. Nos casos de estupro coletivo, a pena não pode ser inferior a quatro anos de reclusão para cada um dos autores do crime. Para "indecência forçada" e abuso de pessoas desacordadas, a lei estabelece pena de prisão entre seis meses a dez anos.
Eitan Abramovich/ AFP
Eitan Abramovich/ AFP

Argentina

Sancionada em abril de 1999, a "lei nacional de crimes contra a integridade sexual" modificou o código penal argentino. A legislação define a pena de quatro a dez anos de reclusão quando o abuso sexual resultar "em qualquer submissão sexual ou sério insulto à vítima". A pena aumenta para até 15 anos quando há penetração. Um dos agravantes, que pode resultar em uma sentença de 20 anos, é o fato de o estuprador ser parente da vítima ou de o crime ser cometido por duas ou mais pessoas.
Grace Brown/projectunbreakable.tumblr.com
Grace Brown/projectunbreakable.tumblr.com

Estados Unidos

Nos EUA, cada um dos 50 Estados tem sua própria legislação penal e até mesmo a definição de estupro varia, assim como os termos usados para tipificar o crime, a exemplo de "conduta sexual criminosa" ou "agressão sexual". Pelo menos dez deles preveem prisão perpétua para esse tipo de crime. Órgão federal com status de ministério, o Departamento de Justiça define o ato de estupro "como a penetração, não importa quão pequena, da vagina ou do ânus com qualquer parte do corpo ou objeto, ou a penetração oral, por um órgão sexual de outra pessoa, sem o consentimento da vítima". Em 2008, a Suprema Corte considerou "inválida" uma lei do Estado da Louisiana que condenava à pena de morte quem estuprava crianças. Desde 1977, a pena capital já estava proibida para estupradores de pessoas adultas.
Chandan Khanna/AFP
Chandan Khanna/AFP

Índia

Em dezembro de 2012, uma estudante de fisioterapia de 23 anos foi agredida e estuprada dentro de um ônibus na capital Nova Déli. A jovem morreu duas semanas depois no hospital em consequências dos ferimentos. A indignação e os protestos públicos subsequentes ao caso levaram à aprovação de uma emenda à legislação criminal que entrou em vigor em abril de 2013. A lei ampliou a definição de estupro, endureceu as penas e tornou crime sexual ações como ataques com ácido e assédio sexual. A sentença mínima subiu de sete para 20 anos de reclusão, e a punição máxima agora é a prisão pérpetua.
Mehdia Fedouach/AFP
Mehdia Fedouach/AFP

França

A legislação penal francesa define como estupro "qualquer ato de penetração sexual, qualquer que seja a sua natureza, cometido contra outra pessoa pela violência, coação, ameaça ou surpresa". A pena de prisão prevista é de 15 anos, mas pode chegar a 20 se houver agravantes, ou a 30 se a vítima vier a morrer em decorrência do ato. O estupro é punido com prisão perpétua se o ato "for acompanhado ou seguido de tortura ou atos de barbárie", conforme determina o código penal francês.
Reprodução
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Rússia

O código penal da Rússia determina que o estupro ou "ações sexuais coercivas" sem quaisquer circunstâncias agravantes são puníveis com três a seis anos de prisão. Quem for reincidente em crime de estupro praticado contra menores de 14 anos pode ser condenado a uma pena de 15 a 20 anos de prisão, além de privado do direito de ocupar cargos públicos, ou pode ser condenado à prisão perpétua.
Hasan Jamali/Ap
Hasan Jamali/Ap

Arábia Saudita

A legislação penal saudita prevê até pena de morte por decapitação para o crime de estupro. O juiz do processo deve avaliar se o caso contém agravantes, a exemplo de se tratar de um estuprador em série ou que tenha roubado ou raptado suas vítimas. Na maior parte das vezes, a punição é um número específico de chibatadas (inclusive para a vítima, em alguns casos).
Hossein Esmaeli/AP
Hossein Esmaeli/AP

Irã

Um dos países com legislações penais mais rígidas do mundo, o Irã determina pena de morte para os condenados por crime de estupro. Em alguns casos, o juiz pode determinar que o condenado seja chicoteado antes da execução.

Fonte:http://noticias.uol.com.br/internacional/listas/de-tres-anos-de-prisao-a-pena-de-morte-as-punicoes-por-estupro-pelo-mundo.htm

terça-feira, 7 de junho de 2016

80% DOS JOVENS DE 18 ANOS TÊM MEDO DE SOFRER ABUSO SEXUAL ONLINE

Foto: Unicef/UN018674/Zehbrauskas

80% dos jovens de 18 anos têm medo de sofrer abuso sexual online

Unicef ouviu mais de 10 mil adolescentes de 25 países; metade acredita que os amigos têm comportamento de risco enquanto usam a internet; relatório menciona garota brasileira vítima de bullying na rede de computadores.

Para 67% das meninas que participaram da pesquisa do Unicef, receber comentários sexuais é, sim, uma preocupação. 

Leda Letra, da Rádio ONU em Nova York.

Uma pesquisa do Fundo da ONU para a Infância, Unicef, revela que 80% dos jovens de 18 anos de idade temem sofrer abuso sexual online. Mais da metade acredita que os amigos se envolvem em comportamentos de risco quando usam a internet.
O Unicef ouviu mais de 10 mil jovens de 18 anos em 25 países. O levantamento revela perspectivas e riscos num mundo cada vez mais conectado. Mas os adolescentes confiam que têm capacidade de estarem seguros, sendo que 90% acreditam que podem evitar perigos enquanto navegam na internet.
Brasileira
O relatório traz o depoimento de uma brasileira, vítima de bullying na internet e isolamento social. Ela teve o celular roubado durante as férias e suas fotos explícitas foram compartilhadas com os colegas da escola.
Seis entre 10 entrevistados confessaram que conhecem novas pessoas pela internet, que acabam se tornando importantes na vida deles. Mas apenas 36% acredita fortemente saber quando as pessoas mentem sobre sua identidade online.
Abuso Sexual
O Unicef também quis saber se receber comentários sexuais é uma preocupação: 67% das meninas responderam que sim, comparado com 47% dos garotos.
Quando os jovens recebem ameaças online, a maioria busca o apoio dos amigos, ignorando pais e professores. Para engajar crianças e adolescentes na luta pelo fim da violência na internet, o Unicef está lançando a campanha #ReplyforAll.
A iniciativa coloca os jovens como mensageiros e defensores da segurança online. Usando a hashtag, os adolescentes podem partilhar ideias sobre como evitar riscos e conscientizar os amigos.
O Unicef também pede aos governos o estabelecimento de respostas coordenadas entre justiça criminal, segurança das crianças, educação, saúde e sociedade civil.
O diretor do Unicef para Proteção das Crianças, Cornelius Williams, destaca que no mundo, 30% dos usuários são crianças, por isso a importância de garantir que os menores de idade aproveitem os benefícios da internet e dos celulares, mas sem correr  riscos.

Fonte:http://www.unmultimedia.org/radio/portuguese/2016/06/80-dos-jovens-de-18-anos-tem-medo-de-sofrer-abuso-sexual-online/#.V1c7YG_mqUl

domingo, 5 de junho de 2016

25% DOS JOVENS NAMORARIAM UM ROBÔ,DIZ PESQUISA






Essas pessoas dariam uns beijos em um robô - mas só se não pudessem diferenciá-lo de um ser humano.

Você consegue imaginar como será o mundo da paquera daqui a 20 anos? Pode ser que seja possível namorar robôs, mais ou menos como no filme Ela. Ou, quem sabe, dar match em alguém em um aplicativo a partir do DNA. Claro, essas são apenas fantasias (ainda...), mas, para boa parte dos jovens britânicos, essas possibilidades de amor tecnológico são animadoras.

Pode parecer piração, mas os números foram conseguidos por meio de um questionário real, promovido pela ComRes - uma empresa britânica de pesquisas sobre comunicações. As respostas serão apresentadas no evento anual FutureFest, onde a brincadeira é discutir possibilidades futurísticas que parecem ter saído direto de da ficção científica. Mil pessoas que compraram ingressos para o festival foram entrevistadas online: a ideia era entender como os britânicos imaginam a Inglaterra e o mundo em 2036. 

As perguntas exploravam temas do dia a dia, como redes sociais, tecnologia e privacidade, mas também iam além, questionando sobre a possibilidade de relacionamentos amorosos com robôs. Os jovens (entre 18 e 34 anos) eram os mais soltinhos: 25% deles namoraria um robô - mas só se fosse impossível diferenciá-lo de um ser humano, e se fosse garantido que o androide seria seu par perfeito. Quanto mais velhos os participantes da pesquisa, menos liberais eles se mostraram: dos adultos (entre 35 e 54 anos), apenas 16% topariam as paqueras high tech com as mesmas ressalvas, e entre os mais velhos (acima de 55 anos), só 10% se aventurariam a namorar desse jeito. Mas, de todas as pessoas que responderam às perguntas, 51% acham que a robótica é mais ameaçadora do que promissora para a humanidade.

Outro cenário de paquera futurística proposto tinha a ver com o DNA: e se apps como o Tinder e o Happn usassem seu código genético para encontrar um par biologicamente perfeito para você? De novo, os jovens se animaram mais (31%) do que os adultos (22%) e os mais velhos (11%) - sendo que 72% dos participantes acham que o estudo do DNA humano é promissor.

A ComRes também fez perguntas gerais, fora do tema do namoro, que levaram a respostas interessantes. Metade das pessoas acredita que a tecnologia invade a privacidade - e que isso é terrível -, e a outra metade acha que isso não é um problema, desde que os avanços tragam também informação e conhecimento para todos. Mesmo assim, quando questionados se topariam implantar um chip na mão para ser usado como chave de casa - sem garantias de que a privacidade seria respeitada -, só 34% das pessoas disseram que sim. Mas o engraçado mesmo é que, apesar de o FutureFest celebrar ideias criativas do futuro, a pesquisa descobriu que metade das pessoas que vão ao evento prefeririam viver há 20 anos do que atualmente. Dá para entender?

FONTE:

sexta-feira, 3 de junho de 2016

SOBRE AMOR E FELICIDADE: DEVANEIOS ROMÂNTICOS

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SOBRE AMOR E FELICIDADE: DEVANEIOS ROMÂNTICOS

Uma vez, ao fazer um desejo , disse a mim mesma: Prefiro o amor a felicidade. Felicidade sem amor é bem estar, prazer, conforto. Amor sem felicidade ainda é amor.
Nada deveria ser mais desejado neste mundo do que a felicidade. A palavra felicidade engloba tudo aquilo que almejamos. Quando alguém se diz feliz, deduzimos que tem boa saúde física e mental, dinheiro suficiente para uma vida materialmente confortável, um emprego no mínimo interessante, uma vida social agradável, pelo menos um bom amigo para confidenciar as tristezas da vida e compartilhar as alegrias, um parceiro com uma boa dose de afinidades afetivas e intelectuais e alguma química sexual. Ou pode-se pensar que a pessoa é simples demais e consegue se realizar com aquilo que a vida oferece.
Muita gente não se contenta com nada e se sente infeliz mesmo quando todas as suas vontades são satisfeitas enquanto que outras se alegram por conseguir sobreviver simplesmente.
Felicidade é um tema complexo mesmo, extremamente particular, mas com alguns pontos em comum. Muita gente acredita que o amor é ingrediente essencial da felicidade mais genuína. Estou neste grupo de românticos incorrigíveis. Os dois conceitos quase se confundem para mim, mas opto pelo amor porque como Einstein afirmou em um de seus belos pensamentos, com o amor podemos conquistar o mundo e talvez a própria felicidade. Por que não?
O nosso quinto elemento faz tudo parecer mais simples e bonito mesmo quando ele é complicado e torna tudo mais difícil. O amor nos ancora. Não somos mais eu e nós precisamos sincronizar os passos e o coração para vencer nesta gincana maluca e linda que é a vida a dois.
Dane-se que a relação não é perfeita. Dane-se que às vezes o ciúme tortura o peito. Dane-se que nem sempre temos o que queremos e nem sempre somos o que precisamos para embelezar a vida do outro. Dane-se que em alguns momentos, queremos jogar tudo pro alto. Dane-se que o amor tem o seu lado rotineiro e enfadonho. Dane-se que existem outras pessoas interessantes no mundo, as quais precisaremos abrir mão para viver o nosso amor. Dane-se que o amor real não é emocionante como um filme romântico nem sexy como um outro picante. O amor é o que é.
Nada nos humaniza mais do que o amor. Quando amamos, revelamos a nós e ao outro o nosso melhor e o nosso pior. E quando falo amor , não me refiro a paixonites, amizades coloridas nem casos de verão. No amor, não existem máscaras. Mais cedo ou mais tarde, todo mundo se desnuda e a vida flui como um mar que desagua no oceano de horrores e belezas que constituem a existência humana quando vivida no amor.
Sei que muitos discordam deste pensamento e respeito todos pontos de vista. Mas nunca entendi o conceito de felicidade sem o outro, sem o encontro, sem a comunhão. Sou feliz quando amo e sou amada. Quando me consagro a você e você a mim num ritual de delicada ingenuidade, em que acreditamos e remamos juntos contra a maré, contra nossos próprios temores, mesquinharias e limitações. Contra tudo o que nos apequena.
Felicidade sem amor é bem estar, prazer, conforto. Amor sem felicidade ainda é amor. Pensamento louco? Sim! Não tenho dúvidas disso. E eu duvido de quase tudo. Por isso se você está solitário e desanimado, não se sinta sozinho. Muitos querem o amor mais do que qualquer outra coisa e se você não o encontrou ainda, o amor pra valer, o amor que dura, que dói, que doa , que delicia, o problema não está contigo. Esta vida é muito doida mesmo e nem sempre querer é poder. Mas nem por isso, vamos deixar de querer, não é? Quem sabe, um dia, possamos escolher o amor e com ele conseguir a felicidade e tudo mais que o mundo possa oferecer.

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