segunda-feira, 15 de setembro de 2014

O PONTO G MASCULINO : FIO TERRA OU MASSAGEM NA PRÓSTATA

Exame retal sendo realizado, com a polpa digital do examinador 
em contato com a projeção da próstata na parede do reto.

Fio terra ou massagem da próstata é o nome dado a uma prática sexual que consiste na introdução de um ou mais dedos, ou algum outro estimulador, no orifício anal durante o ato sexual.
Esta prática geralmente é tida como um tabu para os indivíduos do sexo masculino. No entanto, pode ser bastante prazerosa, devido à proximidade da próstata e às inúmeras terminações nervosas. A próstata é considerada por muitos como o correspondente do ponto G masculino.
A estimulação prostática pode provocar um orgasmo sem ter relação com a estimulação do pênis.


Eis um assunto sobre o qual a esmagadora maioria dos homens evita tagarelar – mesmo aqueles mais ousados, que não evitam qualquer assunto de natureza sexual, seja na mesa do bar ou na sala do escritório. Só o nome popular dessa prática, porém, já é suficiente para deixar sem reação muitos deles. Vamos falar de “fio terra”?
Pouquíssimos são os heterossexuais que praticam essa modalidade sexual e falam sobre ela abertamente. Menor ainda é o grupo que confessa realmente gostar dela. O principal motivo, claro, é ser tachado de homossexual por apreciar a estimulação do ânus.
Mas, de acordo com especialistas, a região anal, quando tocada, traz grande carga de prazer para muitas pessoas, sejam mulheres ou homens. A parte externa do ânus humano concentra várias terminações nervosas e, por isso, as carícias feitas ali podem provocar muitas sensações. A parte interna do ânus também produz essas sensações, principalmente porque, nos homens, ali é possível estimular a base interna do pênis, o duto ejaculatório e a próstata.

O caso é que essas regiões do corpo masculino podem, na verdade, dar tanto uma sensação de bem-estar quanto de mal-estar, dependendo em primeiro lugar não do aspecto físico, mas da carga emocional da pessoa. “A penetração pode ser muito dolorosa ou impraticável, se não houver relaxamento e lubrificação adequada da região, pois os estímulos dolorosos acabam se sobrepondo aos de prazer”, gostar do tal “fio terra” também não tem nada a ver com ser gay. Eles definem que a homossexualidade é ligada à direção do desejo: se a pessoa sente atração por alguém do mesmo sexo, é homossexual; aqueles que sentem desejo por ambos os sexos, seriam bissexuais; mas se um homem fica excitado apenas com mulheres, ele é heterossexual, independente da satisfação que sinta na região do ânus.
“A vergonha ainda parece ser a principal questão na estimulação anal com os homens”. Apesar de muitos deles gostarem de fazê-lo com suas namoradas e esposas – e até reclamar quando elas dizem não gostar disso – os homens encaram mesmo como tabu. A tendência, porém, é isso se diluir na evolução da sociedade”. E daí eles apenas avaliarão se gostam ou não, e não se ‘é certo ou não’ gostar dessa prática.

Masculidade por um Fio Terra

Porta dos fundos masculina – um dos tabus mais “doloridos” que a humanidade ainda não teve coragem de enfrentar. Um assunto que só aparece no bate papo descontraído do churrasquinho pós-futebol se for pra vir em forma de piadinhas cansadas. E fica aí a pergunta – por que uma parte do corpo como qualquer outra pode ser responsável por carregar tantos estereótipos?

CUlturalmente marcado

São milhares de anos de história em que os homens são ensinados a serem verdadeiros machos, guerreiros, fortes – o que implica também no conceito de que, na parte traseira masculina, só tem espaço pra sair, e não para entrar.
Curioso é que, pensando em àreas traseiras, práticas como sexo anal ou o simples dedidinho no lado B feminino, são mais do que normais. Ainda tem homem que enche a boca pra dizer: “Amor, por que tanta frescura? Libera o fundinho pra mim” – mas, quem tem motivos para sentir prazer no fundo são os homens, que possuem a injustiçada próstata, que muitas vezes é impedida de ser tocada até para fazer um exame médico. Ou seja, melhor morrer de câncer do que ter algo entrando no me cu.
De quem é a CUlpa?
Sempre achei que o tabu relacionado à porta dos fundos masculina era exclusivamente do homem, mas pesquisando sobre o assunto e perguntanto para as pessoas, descobri que o buraco é mais embaixo: os homens se importam muito com a opinião feminina (já defendi aqui a teoria de que a vida dos homens se baseia em conquistar coisas para impressionar as mulheres, mas esse é assunto pra outro texto) e, muito me espantou descobrir que as mulheres têm ainda mais preconceito com relação à porta dos fundos masculina do que os próprios representantes do gênero.
Para não ser injusta com as mulheres e afirmar algo que constatei baseado em apenas alguns depoimentos, resolvi fazer uma enquete no twitter perguntando se elas achariam estranho se seu homem pedisse que ela desse uma explorada no seu lado B e, o resultado não surpreendeu – uma média de 85% das mulheres disseram que SIM, achariam estranho e ficariam com uma impressão errada do cara.
Isso complica muito as coisas, porque uma mulher que julga o homem por sua preferência por certos carinhos em lugares não muito explorados no universo dos “machos”, pode ficar achando que o cara virou gay e ainda sair falando pras amigas que o cara gostava de um dedinho na porta dos fundos, caso o relacionamento acabe.
Analisando por aí, dá pra entender porque o assunto é tão dolorido. Os homens tem preconceitos. As mulheres tem mais preconceito ainda. Os homens morrem de medo do que as mulheres vão pensar. O tabu ganhou o jogo mais uma vez.

Desmistificando o Fiofó

Seja você preconceituoso ou não, existe dois fatos inegáveis – 1) todo homen nasce com próstata 2) ser homosexual significa sentir tesão/atração por uma pessoa do mesmo sexo. Isso nada tem a ver com qualquer parte do corpo. Sendo assim, qual o medo? Medo de se olhar no espelho e dizer: “eu fiz”? Medo do seu homem repentinamente mudar de orientação sexual só por ter se permitido explorar o seu corpo pra sentir prazer?
Não consigo encontrar argumentos convincentes para tamanho tabu envolvendo uma coisa tão simples. E acho que toda vontade deve ser respeitada. Respeito quem experimentou e não curte. Acho duvidoso os que se consideram machões mas tem medo dos efeitos que um simples dedo no cu podem causar na sua vida.

O tal mito do fio terra
O tal Mito do Fio Terra

Com o passar do tempo em uma relação é comum que o casal desenvolva certas intimidades na cama. Porém, o que fazer quando tanta abertura acaba gerando desconforto em um dos parceiros? Um dos principais causadores dessas situações, na hora do sexo, é o temido e subjugado "fio terra".
A maioria dos rapazes não suporta pensar na possibilidade.
Segundo Marina Vasconcellos, psicóloga pela PUC-SP, terapeuta familiar e de casal (UNIFESP), especialista em Psicodrama Terapêutico pelo Instituto Sedes Sapientiae e psicodramatista didata pela Federação Brasileira de Psicodrama (FEBRAP), isso acontece porque muitos homens acham que se sentirem prazer na região do ânus será uma ameaça à sua heterossexualidade, ou seja, têm medo de gostar e não poder admitir, pois pra eles "isso é coisa de gay".
Porém, há aqueles que gostam. Muitas mulheres não sabem como reagir quando o rapaz demonstra interesse e até pede que ela "invada" um lugarzinho tão protegido. Outras, assim como alguns heterossexuais, acreditam que se o companheiro sentir prazer nessa região significa que ele não é tão "macho" como ela pensava.
Para as pessoas que pensam dessa forma a psicóloga diz: "Que não há qualquer relação entre sentir prazer anal e ser homossexual, uma coisa não implica na outra, é apenas uma questão física".
Anatomicamente, o ânus masculino e feminino é idêntico. Ou seja, se há mulheres que sentem prazer nessa região, homens também podem sentir. Esta região proporciona prazer por ser um local com grande quantidade de terminações nervosas e muita irrigação sanguínea, assim como a glande do pênis e a vagina.

Fonte:http://vilamulher.com.br/amor-e-sexo/sexo/o-tal-mito-do-fio-terra-3-1-31-631.html

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

"POLIAMOR',DOCUMENTÁRIO POLÊMICO EM VÍDEO, SOBRE RELAÇÕES MONOGÂMICAS CONSENSUAIS DE DIFERENTES CONFIGURAÇÕES

 

O documentário "Poliamor" mostra como é a rotina de pessoas que resolveram adotar relações não monogâmicas consensuais. No filme de 15 minutos, homens e mulheres contam como é o cotidiano e quais são as vantagens desse tipo de relação, na opinião deles.
O curta-metragem de 2010 tem direção de José Agripino e foi produzido a partir de relatos de homens e mulheres, de variadas idades, cujos relacionamentos apresentam diferentes configurações.





Fonte: http://oglobo.globo.com/sociedade/sexo/documentario-mostra-como-o-cotidiano-de-adeptos-do-poliamor-13865309#ixzz3CkXUmLuu





sábado, 6 de setembro de 2014

SEXTING ENTRE ADOLESCENTES,UMA COMPETIÇÃO SEXUAL PERIGOSA,VIRA MODA

Quase 70% das garotas ouvidas no levantamento foram convidadas a praticar sexting

Quase 70% das garotas ouvidas no levantamento 
foram convidadas a praticar sexting 
(Getty Images/VEJA)

Sexting adolescente, um convite para o sexo

Pesquisa revela que compartilhar fotos íntimas via celular e praticar sexo são atividades afins para os jovens. Eles, contudo, subestimam riscos envolvidos

Uma pesquisa publicada nos Estados Unidos nesta semana revelou que quase 30% dos adolescentes americanos já praticaram alguma vez o sexting – ou seja, usaram seus smartphones para disparar mensagens contendo fotos em que aparecem nus, acompanhadas ou não de texto. O número, é claro, assusta. E os estudiosos da Universidade do Texas responsáveis pela pesquisa descobriram ainda outras pistas que ajudam a entender melhor esse fenômeno. A principal delas é que o sexting tem um vínculo com a prática "real" do sexo. De acordo com o levantamento, entre as adeptas do compartilhamento de fotos íntimas, cerca de 80% já praticaram sexo; o número de sexualmente ativas cai pela metade entre aquelas que também não se envolvem com sexting. Entre os garotos, o comportamento é semelhante. "Ainda não sabemos se é o sexting que leva ao sexo ou vice-versa, mas a prática de compartilhar essas imagens íntimas parece ser um bom indício de comportamento sexual", afirma o psicólogo Jeff Temple, principal autor do estudo, em entrevista a VEJA.com. "Se um adolescente está enviando SMS com fotos ousadas, provavelmente já está fazendo sexo." Ou está a caminho de perder a virgindade.
O levantamento da Universidade do Texas também descobriu que as fotos não são enviadas indistintamente. Normalmente, o sexting é direcionado a uma pessoa específica, com quem o adolescente já namora – ou gostaria de namorar. Outra revelação importante traça uma distinção clara entre homens e mulheres. Quase 70% das garotas ouvidas na pesquisa afirmaram que já receberam a solicitação que pode dar início ao sexting, algo no estilo: "Me envie uma foto íntima sua." Entre os rapazes, o índice é bem menor: 42% deles já foram convidados à prática.
O estudo americano considerou apenas imagens de nudez enviadas pelo celular, descartando casos em que jovens usam o computador ou outro meio digital para mandar autorretratos picantes. É o que a própria expressão "sexting" sugere. A palavra, que já entrou para o dicionário Oxford da língua inglesa, é a junção de outras duas: "sex", sexo, e "texting", que designa a troca de mensagens de texto via celular. Pesquisas que levam em conta também o computador costumam encontrar taxas de adesão menores à prática – daí o susto com os 30% revelados pelo novo estudo. Isso serve de alerta aos brasileiros. A pesquisa que se tornou referência sobre o assunto no país, feita em 2009 pela SaferNet, associação que zela pelos direitos humanos na internet, apontou que 12,1% das 2.525 crianças e adolescentes ouvidos já haviam praticado o sexting usando algum dispositivo eletrônico. É possível, portanto, que a participação seja maior, se forem considerados os celulares exclusivamente.
A lógica e os especialistas têm argumentos razoáveis para explicar por que os telefones móveis concentram – e estimulam – o sexting. Em primeiro lugar, porque o celular é um dispositivo para uso e porte pessoal por excelência, o que garante privacidade a seu proprietário. No caso do computador, dá-se o inverso, e não raro a máquina é compartilhada por várias pessoas da família. Temple acrescenta ainda outra razão: "No celular, é muito fácil tirar uma fotografia e mandá-la em seguida para um amigo ou pretendente. Já no computador, é preciso salvar a foto e anexá-la a um e-mail, por exemplo. Esse percurso maior faz com que o adolescente tenha mais oportunidade de refletir sobre o que está fazendo."
Refletir sobre o sexting é uma etapa oportuna – obrigatória, na verdade –, diante dos riscos a que estão sujeitos seus praticantes. Uma das mais frequentes ameaças é o vazamento indiscriminado das fotos, originalmente enviadas para destinatários (e com propósitos) bem definidos. Seja nos Estados Unidos ou no Brasil, as ocorrências mais alarmantes parecem seguir um roteiro: a garota manda suas fotos para o namorado, que, após o término do relacionamento, as repassa a amigos e inimigos, preferencialmente os colegas de escola. A protagonista da trama, é claro, é esmagada pelo constrangimento. Em 2008, a história teve desfecho trágico: a americana Jessica Logan se enforcou aos 18 anos após sua foto, feita na intimidade, passar pelos olhos de todos.
No Brasil, o caso mais recente acabou em prisão. Aluna do primeiro ano do ensino médio do Colégio Maxi de Cuiabá – primeiro colocada no ranking do Enem entre as escolas do Mato Grosso –, uma garota de 14 anos fotografou-se nua. As imagens circularam entre os colegas até que, há três semanas, um jovem de 18 anos foi preso em flagrante, acusado de armazenar as tais fotos em seu celular. É crime produzir, divulgar, compartilhar ou até mesmo possuir pornografia infantil. Imagens de outras estudantes também circularam, mas não continham nudez, apenas insinuações sensuais.
"Nós denunciamos o caso à Polícia, embora as fotos tenham sido feitas fora dos domínios da escola", diz o pedagogo Virgílio Tomasetti Júnior, diretor geral dos Colégios Maxi de Londrina e de Cuiabá. "Recomendamos aos pais de todas as envolvidas que as estudantes fossem transferidas para outra escola, evitando constrangimentos, mas eles optaram por mantê-las aqui. Agora, nosso desafio é protegê-las de um eventual bullying." O pedagogo tem uma opinião bem definida sobre a prática do sexting: "Deve que ser coibido: não leva a nada e não ajuda em nada esses jovens. Erram os pais que permitem que isso aconteça."
De acordo com a delegada que cuida do caso, Alexandra Fachone, da Delegacia Especializada de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Deddica), o jovem que acabou preso era um "paquera" da vítima. Após pagar pouco mais de 3.000 reais de fiança, foi colocado em liberdade. Além da posse das imagens, ele também pode ser responsabilizado pela transmissão das fotos, caso fique comprovado, através da perícia, que ele as divulgou. "Qualquer pessoa, maior de idade ou até mesmo adolescente, que recebe imagens pornográficas de crianças e adolescentes comete um crime ao armazená-las ou divulgá-las."


O castigo é certo, previsto em lei. Mas seu potencial pedagógico é colocado em xeque pela SaferNet, entidade que continua a se dedicar à questão. "Penalizar ações individuais nesse caso é como enxugar gelo. Seria mais produtivo nos antecipar ao problema, tentando ensinar os adolescentes a fazer boas escolhas na internet", diz o psicólogo Rodrigo Nejm, diretor de prevenção da SaferNet e estudioso do assunto. "A sexualidade da criança e do adolescente ainda é um tabu para muitos pais e educadores. É preciso conversar com eles e ensiná-los a usar a tecnologia com consciência."
Por Paula Reverbel
Fonte:http://veja.abril.com.br/noticia/vida-digital/sexting-adolescente-um-convite-para-o-sexo

“Sexting”, uma perigosa moda adolescente
Poucos são os adultos que sabem do que se trata este fenômeno e o quanto está crescendo entre as novas gerações

Até alguns anos atrás, as cartas de amor eram os meios utilizados pelos jovens namorados para demonstrar o seu afeto. Com a evolução da tecnologia, as cartas foram substituídas pelo “sexting”, que hoje se converteu na nova forma dos jovens casais demonstrarem o seu “carinho”, sem levar em conta as consequências que isso pode ocasionar-lhes. Além disso, há uma outra parte da juventude que usa o sexting para se divertir ou também para criar popularidade e alcançar aceitação entre os grupos.

O que é o sexting?

O termo
 sexting nasceu da junção das palavras “sex” (sexo) e “texting” (envio de textos) para se referir ao envio de imagens deles mesmos ou de amigos com pouca roupa ou em posições eróticas através de celulares, computadores ou outros dispositivos eletrônicos.

Tudo surge quando os adolescentes decidem tirar fotos ou vídeos com as características descritas acima e as enviam inocentemente a um(a) jovem que querem conquistar, pois confiam que essa pessoa manterá em sigilo as imagens. No entanto, na maioria das vezes, as imagens são transmitidas de pessoa a pessoa até que se proliferam pela internet rapidamente, revelando ao mundo a intimidade de quem aparece na foto.

Segundo especialistas, as causas deste fenômeno vão desde a desatenção familiar até o maior acesso às tecnologias sem o controle ou a orientação dos
 pais, situação que coloca em risco a reputação dos jovens, que muitas vezes não possuem critério ou discernimento suficiente para perceber as consequências de se enviar imagens ou vídeos de sua intimidade.


O que fazer como pais?

Seguem algumas
 recomendações para orientar os filhos perante este modismo:

1) Formar a
 consciência deles sobre a importância de seu corpo e de sua integridade em geral. Mostrar-lhes as consequências desse tipo de prática.

2) Estimular a
 autoestima dos filhos, pois um(a) jovem com boa autoestima não permitirá que isso ocorra com ele(a).

3) Ensinar aos filhos a importância de
 não compartilhar ou reenviar esse tipo de mensagem, caso a recebam.

4) Criar um vínculo de
 confiança com os filhos, de forma que eles possam se comunicar abertamente com os pais, de modo que os pais sejam as primeiras pessoas contactadas no caso nos jovens precisarem de ajuda.

5) Orientar os filhos sobre o uso
 responsável da tecnologia e sobre os riscos associados a ela. Se for dar um celular a um menor de idade, deve ser explicado a ele a finalidade do uso, o que pode fazer e o que não pode.

6) Não simplesmente proibir o uso da tecnologia. A
 curiosidade, acompanhada pela restrição dos pais, leva a que os filhos busquem a informação que querem através de amigos e outras pessoas, isso de forma irresponsável.

7) Posicionar o
 computador em lugares visíveis dentro da casa, como na sala, em um ambiente onde os jovens possam ser supervisionados por adultos e não lhes seja permitido ter um local de intimidade perante o computador.

A melhor maneira de cuidar da integridade de nossos
 filhos é falar com eles sobre as consequências do uso inadequado da sexualidade, tanto a curto como médio prazo e do desvirtuamento do verdadeiro sentido do amor.

A sexualidade baseada no amor e no respeito deve fazer parte da tarefa educativa da adolescência, etapa da vida onde a afetividade precisa de boa orientação. A tarefa dos pais é promover uma sexualidade baseada na
 dignidade da pessoa, que não é nada mais do que o respeito do próprio corpo e do corpo do outro. Asexualidade vivida a partir da perspectiva da dignidade da pessoa é uma doação de intimidades que parte de uma entrega total como é o verdadeiro amor.
sources: LAFAMILIA.INFO

FONTE:HTTP://WWW.ALETEIA.ORG/PT/EDUCACAO/ARTIGO/SEXTING-UMA-PERIGOSA-MODA-ADOLESCENTE-5230195669729280


Competição sexual perigosa é moda entre adolescentes

Uma brincadeira perigosa tem virado mania entre adolescentes: o sexting. Esse é um fenômeno recente no qual adolescentes e jovens usam seus celulares, câmeras fotográficas, contas de e-mail, salas de bate-papo, comunicadores instantâneos e sites de relacionamento para produzir e enviar fotos sensuais de seu corpo. Envolve também mensagens de texto eróticas - no celular ou pela internet - com convites e insinuações sexuais para namorado ou amigos.
A definação é da Cartilha SaferDic@s lançada recentemente pela organização não governamental SaferNet Brasil. Em algumas escolas de Belém (PA), jovens decidiram fazer filmes de conteúdo social e disponibilizar na internet. A pratica do sexting virou competição entre as escolas para saber qual era o conteúdo mais acessado.
A professora Rosana Leris, de uma escola pública da capital paraense, afirma que o exibicionismo provocou a competição. “Os alunos mostravam sempre um filme de escola diferente e diziam que iriam fazer um melhor. Quando perguntei qual o interesse disso eles responderam que era para se exibir, aparecer.”
O exibicionismo na internet é perigoso e pode até mesmo virar crime, segundo o psicólogo da SaferNet, Rodrigo Nejim. “Ao pé da letra, o sexting poderia ser considerado como aquela imagem de pornografia. É um desafio para as autoridades porque, ao se tratar de uma imagem produzida pelo próprio adolescente, ele se torna ao mesmo tempo vítima e agressor. Quem é o culpado se o próprio adolescente é também a vítima?”, questiona.
Nejim chama a atenção para o fato de que o adolescente não sabe que sua imagem pode ser utilizada como material por redes criminosas de pornografia infantil, o que pode expor os jovens a situações constrangedoras e perigosas, como a exploração sexual.
A diretora de uma escola em Belém, que não quis ter o nome publicado, disse que com a exibição de um vídeo na internet, em uma competição de sexting, enfrentou problemas com a rejeição de alunos que usavam o uniforme da escola. “Os alunos da escola, quando estavam no trajeto para casa, eram alvo de brincadeiras e provocações, às vezes no próprio ônibus.”
A diretora afirma que até dezembro do ano passado os estudantes foram liberados do uso de uniforme para evitar esse tipo de constrangimento. Segundo ela, foi preciso realizar um trabalho sério com pais, alunos e professores para reverter a situação.
Para Nejin, da SaferNet, a escola está no caminho certo, uma vez que informação e conscientização são armas importantes para evitar não só o arrependimento, mas também que as fotos e vídeos caiam em mãos erradas.

Fonte: Agência Brasil, Paula de Castro, Edição: Andréa Quintiere - 22/08/2010

SEXTING (SEXUALIDADE NA INTERNET)

O QUE É?

Sexting é uma forma de expressar a sexualidade, na qual adolescentes e jovens usam a Internet e seus aparelhos celulares para produzir e publicar fotos sensuais de seus corpos (nus ou quase nus). Envolve também a troca de mensagens de texto eróticas, com convites e brincadeiras sexuais entre namorados(as), pretendentes e/ou amigos(as). Sexualidade e sexo não são a mesma coisa! Sexo é uma das expressões da sexualidade já amadurecida, que envolve a escolha de um(a) parceiro(a) e que pode acontecer a partir do desenvolvimento para um corpo adulto, quando já conquistada certa segurança emocional.
Já a sexualidade está presente em todos os momentos do nosso desenvolvimento, mas com características diferentes em cada etapa da vida. A sexualidade na criança, por exemplo, é muito diferente da sexualidade no adulto. É interessante conversar com uma pessoa adulta em quem você confia e se sinta bem para tirar dúvidas sobre sua sexualidade. Talvez alguns adultos não se sintam à vontade em falar sobre esse assunto, mas é necessário mostrar a eles o quanto essa ajuda pode ser importante para que você se sinta mais seguro(a), confiante e possa se desenvolver com responsabilidade.

NO AMBIENTE VIRTUAL...

Em muitos casos, a descoberta da sexualidade na adolescência conta com a ajuda de amigos nas redes sociais (como por exemplo Orkut, Facebook e Twitter), de respostas obtidas nos buscadores (como o Google por exemplo) e de conversas íntimas feitas com conhecidos virtuais. Isso pode ser interessante, desde que haja sempre orientação e diálogo com pais, professores e/ou adultos de confiança, pois isso permite uma descoberta responsável e segura. As informações que buscamos na Internet não substituem os conhecimentos positivos que um diálogo com um adulto pode trazer. E lembre-se: nem todos são amigos na rede!
A sensação de estar anônimo através da tecnologia (Internet, celular, etc) pode fazer com que as pessoas tenham menos vergonha em falar algumas coisas ou em se mostrar um pouco mais. Mas nem sempre quem está do outro lado da tela é quem pensamos ser... Por isso, é importante ter muito cuidado ao postar algo na rede. Você colocaria fotos íntimas no mural da escola ou sairia distribuindo essas fotos por um shopping center? E por que então fazer isso na Internet, espaço que também é público? O que publicamos na Internet pode circular muito além do que imaginamos num piscar de olhos!
Ainda que fotos, vídeos e textos mais íntimos sejam enviados apenas para pessoas próximas, você deve pensar direito antes de mostrar a alguém coisas que você não gostaria que todos pudessem ver. Alguém pode guardar isso e usar para te prejudicar. Pense bem antes de gravar! Pense bem antes de publicar!
Você convidaria um estranho para entrar em sua casa? E por que então usar a webcam com pessoas que você não conhece? Mesmo com pessoas conhecidas, é interessante ter cuidado com o que vai mostrar, pois as imagens podem ser gravadas e usadas de forma mal intencionada, hoje, amanhã e daqui há muitos anos também.

O QUE FAZER EM SITUAÇÕES DE RISCO?

Se você ou algum conhecido publicou alguma foto íntima e se arrependeu, busque ajuda de um adulto de confiança o quanto antes para poder se proteger. Se alguém publicou fotos suas sem sua autorização ou se você foi forçado(a) a fazer algo que não queria, mais importante ainda buscar ajuda.
TTodos podem cometer erros, mas não podemos deixar um erro se repetir ou se tornar um problema ainda maior ignorando ou não pedindo ajuda. Você tem o direito de manter sua imagem e interromper maus usos que fizerem dela.  NoHelpline BR você pode conversar sobre isso com uma equipe de Psicólog@s. Fique tranquilo(a) que a conversa é sempre mantida em segredo para sua proteção.
Saiba que é crime produzir, guardar, vender ou publicar fotografias com cenas de sexo ou do corpo sem roupa com intenções sexuais envolvendo crianças e adolescentes, seja qual for o meio de comunicação, inclusive a Internet. Por isso, se você vir alguma imagem ou vídeo deste tipo na rede, conte a seus pais ou responsáveis por você, para que eles denunciem!
Se as fotos ou vídeos estiverem em sites ou perfis abertos, denuncie através do endereço http://www.safernet.org.br/site/denunciar.
Se não for algo que pode ser acessado por qualquer pessoa (como por exemplo, e-mail, P2P, páginas privadas ou bloqueadas), chame um adulto de confiança, preservem todas as provas e peça para que ele procure a Delegacia de Polícia Civil mais próxima de onde você mora. Se houver alguma Delegacia Especializada em Crimes Cibernéticos em sua cidade, é interessante registrar a ocorrência lá.
Confira neste link se em sua cidade existe alguma:http://www.safernet.org.br/site/prevencao/orientacao/delegacias.
Caso queira ter mais orientações, entre em nosso canal de atendimento e converse conosco!
Se alguém está te forçando a fazer ou enviar imagens sem roupa ou em cenas de sexo, não tenha medo de dizer "não" para esta pessoa e de contar a seus pais ou a algum adulto de confiança, para que eles possam te proteger e denunciar este crime!
Lembre-se de que é muito importante ter cuidado com os encontros marcados com pessoas que você conhece apenas virtualmente. Nem sempre as pessoas são quem pensamos ser... Por isso, caso queira realmente conhecer um(a) amigo(a), peça para que um adulto de confiança vá com você, marque em um lugar público e avise a seus pais ou responsáveis aonde e com quem você está indo. Infelizmente existe gente mal intencionada, que se faz passar por quem não é para fazer mal e machucar crianças e adolescentes. Ficando atento(a) a essas dicas, você evita vacilos e pode aproveitar as coisas incríveis e divertidas que a Internet pode oferecer. Aproveite!


Fonte:http://new.netica.org.br/adolescentes/orientacoes


sábado, 30 de agosto de 2014

LIBERTAÇÃO SEXUAL : UM CAMINHO SOLITÁRIO E SINUOSO

Foto do ensaio "AFETO" da Além – Coletivo de Arte.


Libertação sexual: um caminho solitário e sinuoso

Texto de Jussara Oliveira.
Fico observando e refletindo sobre posicionamentos que vejo dentro do feminismo sobre a sexualidade. Muito além dos debates mais populares e acalorados — sobre violência sexual ou prostituição — existe todo um tabu sobre a prática da liberdade sexual.
  • Quando um consentimento é consentimento de fato?
  • Quando a conduta sexual de uma pessoa afeta a imagem de um grupo?
  • Quão libertas ou castas podemos ser, afirmando com certeza que não é o patriarcado que está direcionando nossas escolhas?
  • De que forma podemos separar as nossas escolhas das escolhas dos outros?
  • Quanto podemos expor nossa sexualidade sem que isso contribua para a fetichização e objetificação?
  • É possível problematizar algumas práticas sem julgarmos moralmente as pessoas envolvidas?
Existe resposta simples para alguma dessas questões?
Não digo que o assunto não deva ser debatido, pelo contrário. Acho importante discutir, mesmo que não seja para chegar num consenso. A única coisa que sei, com certeza, é que não sou quem vai ser a régua para a vida de ninguém e que não posso falar pelos outros. O caminho para a descoberta da própria sexualidade é um caminho solitário e único, tanto quanto diverso.
Já tive várias oportunidades de conversar e ouvir muito sobre a experiência de outras pessoas neste tema. Toda a insegurança da descoberta, a luta contra traumas e violências, contra tabus, contrapadrões de corpos e beleza, contra moralidade religiosa, a busca das sexualidades diversas, a falta de informação, as experiências fracassadas, as frustrações, a pressão social sobre a virgindade e pureza feminina, o desafio da busca do prazer feminino,  a pressão sobre a virilidade masculina…
Algumas dessas dificuldades são pessoais, outras estão relacionadas a opressões que determinados grupos sofrem. E, uma pessoa só, pode ser sozinha uma interseção de grupos, consequentemente, de opressões. Por isso, as respostas para as perguntas que faço não são fáceis.
Mas sabe, isso definitivamente não quer dizer que o sexo ou a sexualidade. por si só, sejam condenáveis. Muito pelo contrario, no meu modo de ver. Precisamos experimentar aquilo que nos tem sido negado, que é a agência sobre nossos corpos, nosso prazer e as nossas experiências. E, também, ressignificar a experiência do gozo que tem sido restrita a vontade masculina.
Sobre a hipersexualização, que algumas pessoas tanto apontam como sendo um problema, tenho cá minhas dúvidas se podemos interpretar isso como uma grande exposição da sexualidade. Na minha opinião, o que ocorre na verdade é uma hiperobjetificação, porque a sexualidade apresentada e incentivada pela mídia e por diversos espaços é uma sexualidade plástica, falocêntrica e distante da realidade. Existe pouco espaço para discutir a sexualidade de fato. Para experimentarmos nossa sexualidade de forma lúdica e sem grandes julgamentos morais (positivos ou negativos).
Entendo que, neste campo, alguns grupos estão em posições extremamente mais frágeis e sujeitos a violência do que outros. Mas, pessoalmente, não acho que seja por meio da negação da sexualidade que a gente vai se libertar. A condenação e o estigma de algumas práticas, profissões e posicionamentos só afasta as possíveis vítimas de violência — dentro desses contextos — de conseguirem problematizar sua situação e buscar ajuda por causa do temor de julgamentos e falta de apoio. Além de estigmatizar pessoas — que tenham conseguido alguma autonomia em ambientes sexualmente libertos — de forma negativa e generalizante.
Alias, é possível que nada do que, nós (minorias), fizermos seja considerado pela maioria como libertação sexual, porque a opressão, simplesmente, não nos dá essa possibilidade (e não nos dará) de sermos agentes dos nossos corpos. Viver a sexualidade (de qualquer jeito e em qualquer nível) ou não… para muitas pessoas vai ser ser sempre uma transgressão. Porque ousarmos tomar nossas próprias decisões já é uma transgressão.
Creio que, no ativismo, o melhor que podemos fazer é aceitar essa diversidade de pessoas, de histórias, de grupos e darmos todo o suporte para que cada indivíduo busque ao máximo sua autonomia de escolha. Isso pode ser pouco muitas vezes, mas não podemos nos colocar na posição de juízes e/ou juízas da libertação alheia, muito menos devemos assumir a posição de sermos nossos próprios algozes nessa busca tão sinuosa.
Fonte:http://blogueirasfeministas.com/2014/07/libertacao-sexual-um-caminho-solitario-e-sinuoso/

AS MULHERES MAIS SEXY DE TODOS OS TEMPOS TE ENSINAM A SEDUZIR

As mulheres mais sexy de todos os tempos te ensinam a seduzir. Aqui!

Marilyn Monroe, Audrey Hepburn, Elizabeth Taylor e mais sete divas nos deixaram uma herança sem preço: dicas de sedução. Acompanhe o passo a passo.

“Quando sou boa, sou muito boa, mas quando sou má, sou ainda melhor”. A frase é de Mae West, atriz e dançarina do começo do século 20, mas você já deve ter ouvido essa e outras expressões deste tipo por aí sem ter ideia de que saíram dos lábios sensuais de divas - e experts em sedução - como Mae. Assim como ela, outras famosas, através de suas declarações, deram verdadeiras lições de como lidar com o sexo oposto. A aula hollywoodiana começa agora!

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Lição 1, Marilyn Monroe: “Os homens acreditam que as mulheres são como livros: se a capa não atrai, não querem ler o que há dentro”
Conclusão: Se sabemos que a beleza está no interior, cuide da sua imagem para que eles possam chegar até lá! Mas não finja ser quem não é. Não existe nada pior para seduzir um homem que enganá-lo. Existem coisas que não conseguimos esconder por muito tempo. 

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Lição 2, Audrey Hepburn: “Não tenho sex appeal, eu sei. Creio que não tenho nenhuma das qualidades que se pedem a uma estrela de cinema, mas sei o que tenho de melhor para oferecer”
Conclusão: Aprenda a valorizar o que tem, inclusive as partes de seu corpo que você menos gosta. Ah! E não se importe com os padrões da sociedade, tá? 

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Lição 3, Elizabeth Taylor: “Alguns dos homens mais importantes da minha vida foram um cachorro e um cavalo”
Conclusão: Noivos, maridos, amantes... para muitas mulheres o ideal é ter sempre um homem a seu lado, mas se você não tiver um, não faça disso um drama. Pense que o melhor está por vir e não se relacione com um homem que não te trata como você merece. Antes de esperar por ele, siga o conselho de Liz e compre um mascote! 

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Lição 4, Rita Hayworth: “O que me surpreende na vida não são os casamentos que fracassam, mas os que duram”
Conclusão: Nada é para sempre. Rita sabia disso por experiência, ela casou cinco vezes! Viva sua história como se fosse um affair para que a paixão da conquista não se perca. 

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Lição 5, Mae West: “Poucos homens sabem beijar bem, mas sempre há tempo para ensiná-los”
Conclusão: Todos temos um background de experiências e gostos, mas seu novo parceiro não tem como saber quais são. Dê oportunidade para que ele descubra, com um pouco de ajuda da sua parte, é claro. Substitua a frase “Assim não" por: “Por que também não tenta fazer isso”. Anotou? 

Divas_frases_6 (Foto: Getty Images)
Lição 6, Shirley McLaine: “Dizem que somos um terço monogâmicos puros, um terço monogâmicos em parte e um terço polígamos. Pense duas vezes antes de prometer fidelidade”
Conclusão: Não se comprometa com uma relação se não é fiel. Se você não está disposta a ser monogâmica, não pode pedir para que seu parceiro seja. Antes de assumir o relacionamento, exponha as regras do jogo, oras! 

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Lição 7, Katharine Hepburn: “O amor não tem nada a ver com o que espera receber, mas com o que se espera dar, que é tudo”
Conclusão: Ame sem medo. Cada um ama a seu modo e expressa seus sentimentos a seu modo também. Em uma relação, não existe nada pior que sentir-se enganado pelo outro. 

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Lição 8, Kim Novak: “Se o que você deseja é ser glamourosa, ou realmente bela, ou realmente sexy, então você não é. Mas pode parecer”
Conclusão: Sinta-se glamourosa, bela e sexy, porque se você não acredita, ninguém vai acreditar. Uma maquiagem e um look adequado fazem milagres, mas manter a atitude sedutora, que sai de dentro, é fundamental. 

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Lição 9, Ingrid Bergman: “Não me arrependo das coisas que fiz, só das coisas que não fiz”
Conclusão: Não fique com vontade. Dê o primeiro passo, convide para um jantar romântico, proponha uma surpresa... Só se vive uma vez! 

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Lição 10, Greta Garbo: “Não se tem que estar casada para ter um bom amigo como companheiro de vida”
Conclusão: Não há padrões fixos quando falamos de sentimentos. Deixe que a relação flua e encontre o modo em que ambos se sintam bem. Mesmo que isso não seja um casamento com papel passado. 
  
Fonte:http://revistaglamour.globo.com/Amor-Sexo/noticia/2013/02/