quarta-feira, 20 de julho de 2016

GUIA DO PÊNIS : ENTENDA COMO ELE FUNCIONA E DÊ MAIS PRAZER AO PARCEIRO

Guia do pênis: entenda como ele funciona e dê mais prazer ao parceiro

Para atingirmos o máximo do prazer na hora do sexo, precisamos conhecer muito bem nosso corpo. E para levar o parceiro à loucura, também é muito importante entender como ele reage aos estímulos sexuais e como gosta de receber carícias. Para te ajudar na missão de pirar a cabeça do seu parceiro, elaboramos um guia para te ensinar tim-tim por tim-tim o que se passa dentro de uma cueca.
O documento – a polêmica sobre o tamanho do pênis é interminável. Especialistas garantem que um sexo bem feito não depende só dos centímetros que o órgão possui, mas sim da capacidade de dar prazer à mulher – e isso, a gente sabe, não depende só da penetração. Entretanto, para os homens isso é motivo de muita preocupação e até de disputa. Tirando os casos extremos – muito grandes ou muito pequenos – o tamanho médio do brasileiro varia de 12 a 13 centímetros ereto.
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Eles preferem o quente – Já ouviu dizer que o pênis encolhe no frio? É verdade. "O que acontece é que o músculo cremaster, que fica dentro do escroto (saco, popularmente), se contrai para aproximar os testículos do tronco e aquecê-los", explica o urologista Dr. Orestes Mazzariol. Isso faz com que o homem veja o seu amigão bem menor do que o normal.
Ereção fácil – Ficar excitado é quase inevitável para o homem. Qualquer estímulo pode desencadear uma ereção. Ver uma mulher bonita, ouvir algumas palavras picantes, sentir um perfume bom, entre outras situações, já é o suficiente para deixar o pênis duro e ereto. Viu só?! Aproveite, já que não precisa de muito para que ele esteja a postos para se divertir!
Cada área uma sensação – Meninas, o grande segredo para dar mais prazer ao homem é entender direitinho o que eles sentem em cada parte do órgão sexual. A principal dica é: a cabeça (glande) é a área mais sensível, onde eles percebem todos os estímulos feitos por cada parte do seu corpo. Mas não abandone o tronco do pênis, aposte sempre nos movimentos para cima e para baixo nessa área, dando sempre uma voltinha pela glande. Fazendo tudo com carinho com velocidade progressiva, será capaz de levá-lo à loucura. Ah, não se esqueça que existem outros pontos de prazer para o homem. Alguns adoram carícias no períneo e nos testículos. "Tudo isso acontece por conta da alta concentração de nervos nessas regiões. Eles se cruzam e se confundem, causando grande excitação quando estimulados", afirma Dr. Mazzariol.
O desafio: segurar a ereção – Talvez a segunda maior preocupação do homem – depois do tamanho – é por quanto tempo ele consegue manter o pênis ereto. É uma questão de honra. Ficar muito tempo com o órgão duro é sinal de virilidade e eles são loucos para mostrar isso e garantir o prazer da mulher por tempo prolongado. E você sabe como eles fazem para aguentar e evitar a ejaculação? "Existem duas práticas comuns entre os homens. Uma consiste em desviar o pensamento quando estiver perto de ejacular, a fim de mudar o foco do prazer para algo que não o faça continuar com a excitação. Outra é quando param os estímulos e, com os dedos, apertam logo abaixo da cabeça do pênis para contrair os vasos sanguíneos da região e manter o pênis duro por mais tempo", esclarece o urologista.
Brochar: o grande trauma – Nenhum homem conta se já brochou alguma vez na vida. Isso porque o assunto é superconstrangedor para eles, que não gostam de se sentir impotentes. A verdade é que podem ser muitas as causas para isso acontecer. Pode ser reflexo de alguma doença – nas artérias, colesterol, diabetes, entre outras – ou apenas fator psicológico. A dica do urologista Dr. Orestes Mazzariol é tentar ser compreensiva e apoiar o homem. "Mesmo se a falta de ereção for por conta de uma doença, o psicológico conta muito. A confiança é tudo para o homem e é capaz de fazê-lo superar esse problema", indica.
Ejaculação x orgasmo – Quando o pênis expele o sêmem, a maioria das mulheres acredita que foi esse o sinal de que o parceiro atingiu o orgasmo, mas não é exatamente assim. Eles vêm juntos, na maioria dos casos, mas não são a mesma coisa. Alguns homens são capazes de sentir prazer sem ejacular, enquanto outros até ejaculam, mas não chegam ao orgasmo. 
De manhã o sexo é melhor – Depois de uma boa noite de sono, já notou que o parceiro sempre acorda com um apetite ainda maior para fazer sexo? Isso tem explicação! A testosterona, que está diretamente relacionada ao desejo sexual e é quem habilita a ereção, é produzida durante a noite, tendo seu pico entre 8 e 11 horas da manhã. Por isso eles sempre acordam bem dispostos para mais um pouquinho de diversão.
Fonte:http://www.bolsademulher.com/sexo/guia-do-penis-entenda-como-ele-funciona-e-de-mais-prazer-ao-parceiro/

PRELIMINARES QUENTES DEIXAM A RELAÇÃO AINDA MAIS PRAZEROSA

Preliminares quentes deixam a relação ainda mais prazerosa

Nada como preliminares caprichadas para esquentar a transa e deixar o casal a ponto de bala. Elas, que são o momento mais divertido da relação, envolvem brincadeiras, risadas, provocações e toques e são importantíssimas para garantir ainda mais prazer ao sexo.
Segundo a sexóloga Carla Cecarello, a preliminar beneficia tanto o homem quanto a mulher. "No caso do homem, ela baixa a ansiedade, permite que ele ‘dê um tempo’ e se controle melhor, percebendo mais facilmente suas sensações e evitando a ejaculação precoce. Já para a mulher, a preliminar permite que ela tenha tempo de se entregar, de se excitar e ficar bastante lubrificada, facilitando a penetração do pênis", explica.
duração das preliminares varia de acordo com o casal, mas, segundo Carla, é a mulher quem será o termômetro para definir quando é hora de parar de brincar e partir para os "finalmentes". "Na grande maioria das vezes, a mulher demora mais para se excitar. Ele precisa perceber se ela está envolvida", aconselha.
Neste momento, a imaginação pode rolar solta: brinquedos, cremes, vendas, acessórios, brincadeiras, massagens, enfim, tudo o que trouxer maior excitação e entusiasmo para o casal é bem vindo. "Eles podem colocar uma música com suingue que remeta ao sexo sensual. Mas, se quiserem usar brinquedinhos como o vibrador, é bom conversarem antes para que não haja nenhum conflito", alerta a sexóloga.

Créditos: Shutterstock[/caption]
Se engana quem pensa que as preliminares começam na cama. Segundo Carla, a própria atitude do casal durante o dia pode contribuir para esquentar o clima aos poucos. Vocês podem ir a um barzinho, ter conversas picantes, pedir um drink diferente e passar da boca de um para o outro; a mulher pode, inclusive, usar roupas provocantes e se insinuar com postura e olhares sensuais. "No dia a dia, antes de sair de casa, ela pode escrever com batom vermelho no espelho do banheiro uma frase como ‘ eu te amo, nos vemos mais tarde’, ou colocar um bilhetinho insinuante no bolso dele. Ele também pode mandar um torpedo com dupla interpretação, que estimule a imaginação dela", recomenda a especialista.
Dicas para elas
Para enlouquecer seu parceiro durante as preliminares, a sexóloga dá algumas orientações. "Acaricie diretamente o pênis e o saco escrotal. Eles também gostam de carinho na parte interna da coxa, virilha e costas, e alguns se excitam com estímulos no peito e mamilos", diz.
Durante o sexo oral, não se esqueça de, simultaneamente, acariciar o saco escrotal. As mãos devem sempre estar presentes, ajudando nos movimentos e trazendo maior sensualidade. Outra manobra profundamente estimulante para eles é passar a língua em torno da glande (cabeça do pênis).
Já na hora da masturbação com as mãos, a dica é segurar o pênis com firmeza, e não com o punho "frouxo". "Não é força, é ter um toque vigoroso", descreve Carla. "E, do mesmo jeito que começou, termine", aconselha.
Dica para eles
As mulheres são um pouco mais complicadas de agradar, e muito do prazer depende delas mesmas e do modo como se entregam à relação. Mas Carla ensina o caminho das pedras: "Elas gostam mais de carícias na altura do pescoço, na orelha, algumas nos seios e outras na parte interna das coxas, mas nunca de um toque direto na vagina. Para a mulher, não existe nada mais broxante do que o homem iniciar a preliminar introduzindo o dedo lá. Ela gosta de esperar um pouco para que isso aconteça", ensina a sexóloga.
"O homem tem que ter uma boa pegada e estimular a sacanagem para que a mulher se sinta usada naquele momento: elas gostam disso", garante. "Ao mesmo tempo, tem de ser paciente, romântico e delicado. Ele pode fazer uma massagem, elogiar e fazer carícias, o que ajuda consideravelmente a mulher a ter mais prazer", completa. A partir do momento em que ela está bem excitada, ele pode acariciar o clitóris com as mãos ou língua, se perceber que ela está disposta ao sexo oral. Em outras palavras, o homem tem de estar atento o tempo todo para perceber se a mulher está envolvida e excitada e até que ponto pode ir com ela na cama.
Fonte:http://www.bolsademulher.com/sexo/preliminares-quentes-deixam-a-relacao-ainda-mais-prazerosa/

AS MELHORES DICAS DE MASTURBAÇÃO FEMININA DO MUNDO

6 melhores dicas de masturbação do mundo

Dividir e compartilhar experiências e conhecimentos ajuda com que as mulheres consigam ter mais prazer, seja no sexo como na masturbação. Pensando nisso, a revista americanaWomen’s Health publicou as melhores dicas, técnicas e truques de masturbaçãorecomendados por suas leitoras. Conheça 6 maneiras infalíveis de alcançar o máximo de prazer ainda essa noite.

Dicas de masturbação de mulheres comuns

6. Eu acho que os brinquedos de vidro são os melhores. Eles são duros e transferem o calor muito bem. Você pode até colocá-los na geladeira por um tempo pra ficar ainda melhor!
-sillysue252

5. Há valor em poucos, mas bons brinquedos com baterias recarregáveis! Eu também gosto de usar um chuveiro ajustável. Funciona como um encanto de cada vez! Combine a ducha em seu clitóris com um bom vibrador à prova d'água e você estará no céu! -denidoll



4. Para uma masturbação intensa, eu uso uma pequena vibração dentro de mim enquanto estimulo meu clitóris com uma mão e provoco meu ânus com a outra mão. -Boobles1975

3. A melhor ferramenta de longe é o meu coelho vibrador que massageia o clitóris. Ele sempre começa o trabalho e eu chego lá rapidamente se eu quiser dar apenas uma "rapidinha".
-srhagelin

2. Meu melhor conselho para as mulheres é encontrar o seu ponto G! Eu me masturbei durante anos tentando encontrá-lo sozinha, e um dia eu encontrei uma explicação numa ilustração em um site, e foi a melhor coisa!
-maryone

1. O meu método preferido é usar o chuveirinho na parte da manhã. Você pode alterar as intensidado do spray de água, e você pode movê-lo para simular uma língua. Eu tive alguns orgasmos realmente bons, de fazer a terra tremer!
-Splat63

Como se masturbar com as melhores 7 dicas para mulheres

Além de fazer bem para a saúde e ajudar a entrar em contato com o próprio corpo, a masturbação ainda se torna essencial para mulheres que encontram dificuldade em atingir o orgasmo em uma relação sexual. Ao contrário do que acontece com os homens, o tema ainda é tabu para parte das mulheres, mas já passou da hora de ficar presa a conceitos antigos e se dedicar ao prazer solitário. Para de ajudar, confira as melhores 7 dicas de masturbação para mulheres:

Escolha um ambiente reservado, confortável e onde você não corre o risco de ser incomodada. Música relaxante e velas podem ajudar a entrar no clima.

Masturbação sem tabus: sozinha ou acompanhada, ela aumenta o prazer

A masturbação te ajuda a conhecer melhor o seu corpo, os pontos que trazem maior desejo e excitação e, na hora do ato sexual, ainda faz com que você leve o parceiro à loucura - ou deixe que ele te enlouqueça. "A intimidade e o autoconhecimento facilitam a comunicação na cama. Através da masturbação obtém-se uma maior tranquilidade de posicionar o que gosta ou não, enquanto quem não teve essa experiência anteriormente acaba muitas vezes descobrindo uma única forma de obter prazer ou vai precisar de maior disponibilidade para aprender com a parceria. Não ter tido a masturbação no início de vida sexual não é sinônimo de não ter boa vida sexual, é possível obter este aprendizado com a parceria, mas é necessário bastante desinibição de ambas as partes", afirma a terapeuta sexual Carolina Fernandes.
Ela explica que homens e mulheres, desde o início da puberdade, começam a sentir um prazer maior ao tocar os genitais, despertando curiosidade, o que facilita o autoconhecimento e a experimentação como algo natural. O homem acaba vivendo a masturbação com mais naturalidade, pois, ainda nos tempos atuais, existe uma cultura de que os meninos podem fazer, mas que as meninas precisam de certos cuidados. " Falta conscientização de que a masturbação é parte integrante do processo de desenvolvimento humano, que através da mesma acontece o conhecimento do próprio corpo, o identificar de toques, cheiros e sensações despertadas, e ocorre também a descoberta fisiológica de como é a vulva e aonde está a entrada da vagina, o que facilita as primeiras experiências sexuais, diminuindo a ansiedade da mulher", diz.


Não existe uma idade certa para começar, mas, segundo a sexóloga, geralmente inicia-se sem a nomeação de masturbação, e sim como algo prazeroso e natural, por volta de cinco a seis anos e não deve ser punido, pois a criança ainda não tem malícia e foca apenas a descoberta no próprio corpo. Por volta de 11 anos a criança tem novamente contato com a zona genital e também sente o prazer, mas é no início da adolescência, entre 13 e 14 anos, as sensações e toques vão ser nomeadas como masturbação. Ela ressalta ainda que é um momento muito individual de cada pessoa e que não há idade certa para começar.
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Ao contrário do que muitos pensam, ter uma vida sexual ativa não é sinônimo de não se masturbar, pois são coisas diferentes. Tanto masturbação como sexo são prazerosos e podem ser realizados conjuntamente ou individualmente. "A masturbação é parte integrante do sexo, seja nas preliminares, durante a penetração ou no pós penetração para chegar ao orgasmo. Não existe certo ou errado."

Além de relaxar e ajudar a entrar em contato com o próprio corpo, a masturbação é uma das formas mais eficazes para uma mulher ficar satisfeita até mesmo quando está se relacionando com um parceiro fixo. Homens, mesmo casados ou namorando, nunca abandonam a prática, por mais intensa que seja sua vida sexual. Por que com as mulheres deveria ocorrer o oposto? Então, deixe de lado as inibições e possíveis tabus e aprenda 7dicas para se masturbar no banho:
Brinque com a temperatura, alternando a água entre quente e fria, fazendo seu clitóris experimentar variadas sensações.
Se estiver em uma banheira, aproveite os jatos da hidromassagem para massagear o clitóris, usando as mãos para pressionar também os lábios da vagina.
Aposte em brinquedos sexuais que podem ser levados para debaixo do chuveiro. Alguns modelos são até disfarçados de patinhos inocentes. Dildos com ventosas ainda podem ser bons parceiros do banho.
Leve para a banheira um livro ou revista picante para garantir uma maior estimulação para quando for se satisfazer sozinha no banho.
Lubrifique o polegar e sinta-o dentro de você enquanto a água escorre sobre seus seios, corpo e clitóris. O chuveirinho pode ser um ótimo companheiro nesse momento.

Veja vibradores e masturbadores para você se divertir sozinha ou com ele

A 20ª Erotika Fair trouxe novidades muito interessantes em termos de vibradores e masturbadores. Os brinquedinhos são ideais para ter prazer sozinha ou para dar uma remexida na relação a dois. Alguns podem, ainda, ser usados tanto pela mulher quanto pelo homem. Confira as inovações deste ano e os produtos que mais têm feito sucesso.
Vibrador Wake-up Vibe
É um vibrador-despertador. Com formato anatômico, foi desenhado para encaixar perfeitamente na região íntima feminina, sem incomodar durante o sono. Deve ser posicionado por dentro da calcinha, com a parte em alto relevo encostada no clitóris. Basta programar o horário e o modo de vibração desejado. A intensidade aumenta a cada três minutos e só para quando você desliga o aparelho. Há a opção de bloquear os botões para que não sejam ativados involuntariamente durante a noite. Na Loja do Prazer, por R$ 499,90.

Crédito: Marianna Feiteiro / Bolsa de Mulher[/caption]
Vibradores em cyberskin


São a maior tendência dos últimos anos em termos de sex toys. Os modelos são feitos de um material de silicone que imita a pele humana. Alguns ainda possuem veias e a glande, que conferem maior realismo e prazer. Há ainda a opção com textura na base, que estimula o clitóris. Estes modelos da Milli vêm com multivelocidades e custam a partir de R$ 60.

Crédito: Marianna Feiteiro / Bolsa de Mulher[/caption]
Vibrador G-Vibe
Sucesso na Europa, a novidade acaba de chegar no Brasil. O acessório é emborrachado e maleável. Com controle de velocidade, permite a penetração vaginal e anal ao mesmo tempo. Na Loja do Prazer, por R$ 399,90.

Crédito: Marianna Feiteiro / Bolsa de Mulher[/caption]
Vibrador USB
Feito em silicone, possui diversas velocidades e é recarregável através do cabo USB. O modelo da Milli custa a partir de R$ 150.
Vibrador Super Rotativo
Feito em silicone, o acessório gira, além de vibrar. São 18 cm penetráveis, enquanto a maioria dos vibradores possui 14 cm. O dispositivo ainda conta com um estimulador de clitóris também vibratório. Na Milli, a partir de R$ 105.

Super Rotation e vibrador USB. Crédito: Marianna Feiteiro / Bolsa de Mulher[/caption]
Vibrador bullet
Sucesso absoluto entre as mulheres, este discreto vibrador possui regulador de velocidade e pode ser usado tanto para estimulação do clitóris quanto para penetração vaginal e anal. O diferencial está na potência vibratória, que é mais intensa do que os outros. O modelo da Hot Flowers sai por R$ 57,99, e o da Milli, a partir de R$ 90.

Vibrador bullet Milli e Hot Flowers. Crédito: Marianna Feiteiro / Bolsa de Mulher[/caption]
Masturbador feminino Sqweel 2
Esta novidade promete enlouquecer a cabeça das mulheres. Com 10 línguas de silicone rotativas, o simulador de sexo oral feminino possui diversas velocidades e pode girar para frente, para trás ou alternado. O produto é feito de silicone e facilmente desmontável para a limpeza. Na Loja do Prazer, por R$ 449,90.
Crédito: Marianna Feiteiro / Bolsa de Mulher[/caption]
Masturbador masculino Wilaboo
É uma espécie de boia inflável e descartável. Pode ser preenchido com ar, água morna ou fria através do canudinho que vem acoplado ao produto. Quanto mais inflado, mais apertado fica o orifício para a introdução do pênis. Acompanha um gel lubrificante. A unidade custa R$ 13,90, e o pacote com cinco sai por R$ 67,90, na Loja do Prazer.
Crédito: Marianna Feiteiro / Bolsa de Mulher[/caption]
Masturbador masculino tubo
Feito de silicone, simula sexo oral no homem e também penetração com a mulher sentada por cima. O efeito é garantido pelas ranhuras internas e pela abertura na parte inferior, que permite que o ar entre e provoque a sucção do pênis. Disponível também na versão mola, que, além do sexo oral, também imita a relação sexual com a mulher deitada por cima. Os modelos da Milli saem pelo preço mínimo de R$ 40.

Crédito: Marianna Feiteiro / Bolsa de Mulher[/caption]
Desenvolvedor peniano
Através do bombeamento de ar, promove um exercício muscular no pênis, aumentando sua espessura. Só deve ser utilizado com o órgão ereto. A versão manual da Milli custa a partir de R$ 90.

Crédito: Marianna Feiteiro / Bolsa de Mulher[/caption]
Egg
Em formato de ovo, o sex toy é feito em silicone e deve ser usado para a masturbação masculina. Ele vem com ranhuras na parte interna para proporcionar maior prazer ao homem e é lavável. O modelo da Intt tem seis opções diferentes de texturas, incluindo uma que imita o interior da vagina. Se virado do avesso, também pode servir para a masturbação feminina. O preço é de R$ 26.

Crédito: Marianna Feiteiro / Bolsa de Mulher[/caption]

Vibrador líquido: já ouviu falar?



Não, você não leu errado. Sucesso de vendas no ano passado entre as mulheres e destaque na 20ª Erotika Fair, o vibrador líquido nada mais é do que uma solução que, além de proporcionar o aquecimento da pele e ativar a circulação periférica, libera ondas de vibração que são sentidas como um formigamento e que, após alguns minutos, transformam-se em pequenos e excitantes choques, dando a sensação de vibração.
O produto é encontrado nas versões líquida ou em gel e deve ser aplicado na área íntima feminina tanto para masturbação quanto para intensificar o prazer na penetração. Neste caso, o homem também consegue sentir o efeito formigante.
Algumas marcas oferecem a opção "beijável" do produto, que pode ser usada durante o sexo oral e contém sabores. Existe também o produto voltado especialmente para o beijo, que cria a sensação de vibração nos lábios. Este também pode ser usado durante o sexo oral.
Segundo a fabricante Intt, o efeito dura cerca de 20 minutos na pele, o que pode variar de acordo com a quantidade aplicada. Já a produtora Hot Flowers orienta que o produto seja testado primeiramente no dorso da mão para evitar reações alérgicas.
Vibration – Intt (comestível)


Vibrador líquido sabor menta – sachê de dose única (lançamento). Preço: R$ 5
Vibrador líquido sabor chocolate. Preço: R$ 26
Vibrador líquido na versão sachê e pump, da Intt. Crédito: Marianna Feiteiro / Bolsa de Mulher
Hot Shock – Hot Flowers
Vibersprayl unisex (não comestível). Preço: R$ 24,99
Viber Kiss Roll-on – sabores menta e morango (lançamento). Preço: 20,99

Vibrador líquido e vibrador para beijo, da Hot Flowers. Crédito: Divulgação[/caption]

domingo, 17 de julho de 2016

A MAIORIA DOS CASAIS SWINGERS TEM RELAÇÃO ESTÁVEL E FILHOS,DIZ ANTRÓPOLOGA EM PESQUISA

(Getty Images)
“A maioria dos casais swingers tem relação estável e filhos”, diz pesquisadora
Nathalia Ziemkiewicz,13 de julho de 2016


Na primeira vez em que um casal de amigos me confessou ter visitado uma casa de swing, não consegui disfarçar a surpresa: “Como assim, gente?!?!”. Jovens, namorados há poucos anos, absolutamente insuspeitos. Em outra ocasião, num grupo diferente, ouvi a mesma coisa. Assim, com a maior naturalidade. “Nossa, foi muito divertido”, disseram os dois, menos de 30 anos. Quando mais uma amiga mandou uma mensagem dizendo que estava ansiosa porque iria com o marido num desses clubes, finalmente decidi: “Preciso conhecer o babado”. Sim, eu fui e contei sobre a experiência.
Como o tema é polêmico e o povo sai julgando sem saber o mínimo necessário, procurei a jornalista e antropóloga Maria Silvério, autora do livro “Swing: eu, tu… eles” (Chiado Editora). A obra é fruto de sua tese de mestrado pelo Instituto Universitário de Lisboa. Nesta entrevista, ela quebra muitos argumentos preconceituosos. Por exemplo, ao dizer que “os casais swingers são estáveis e possuem uma relação forte e estabelecida” e “a maior parte tem filhos”.
O livro desvenda o que motiva casais a procurar casas e festas de swing (Divulgação / Chiado Editora)
- Por que você se interessou pelo universo da troca de casais?
MARIA SILVÉRIO - Desde adolescente, sempre questionei determinados padrões de comportamentos considerados tipicamente femininos ou tipicamente masculinos. Sempre observei com muita atenção a maneira quase antagônica com que homens e mulheres vivenciam e criam expectativas acerca de suas relações íntimas. A ideia era reunir em um único tema de estudo e pesquisa essas três temáticas: relações de gênero, sexualidade e relações conjugais.
- Quanto tempo durou a sua pesquisa, quantas pessoas entrevistou e quantos lugares visitou?
Foram dois anos e meio de pesquisa bibliográfica e trabalho de campo realizado em clubes de swing e entrevistas com seis casais portugueses adeptos da prática. Ao todo, frequentei 14 festas swingers. Entrevistei casais mais velhos que estão juntos há vários anos e, portanto, vivenciaram um longo período de relação monogâmica antes de entrar para o swing. E também dois casais mais jovens, para mostrar diferenças e semelhanças nos valores e expectativas conjugais, sexuais e papéis de gênero entre as gerações.
- Você era ou virou adepta? Como se sentiu ao entrar em contato com essas pessoas?
O pouco que sabia sobre este universo era através de matérias de jornal, televisão e algumas cenas de filme. Não conhecia ninguém que assumia-se como swinger e nunca tinha ido a um local exclusivo para a prática. No meu caso, o desconhecimento não era sustentado por pré-julgamentos, mas pelo desejo sincero de conhecer o swing pelo olhar dos praticantes. Estava de coração e mente abertas. A diversidade é uma das coisas mais valiosas que temos! Durante o trabalho de campo, observei a aproximação, o envolvimento e as performances entre os casais, mas nunca participei.
- Existe um baita preconceito com relação a quem frequenta clubes de swing, não?
Nitidamente. Esta é uma das razões principais para a prática ainda acontecer às escondidas. As pessoas têm medo de serem discriminadas pelos familiares, amigos e colegas de trabalho. A nossa sociedade ainda não compreende esta prática. O fato de não enquadrarem-se nos padrões sexuais e matrimoniais das sociedades ocidentais faz com que os swingers sejam normalmente considerados desviantes.
- Para desmistificar isso, queria que você contasse qual o perfil do público frequentador.
Estudos realizados até a década de 1990 indicavam que os frequentadores eram pessoas brancas, casadas, de classes média e média-alta, com nível de instrução e salarial elevado, posições profissionais estáveis ou em cargos de gerência. Sobretudo casais maduros, com mulheres acima dos 30 e homens acima dos 35 anos. Hoje em dia a comunidade swinger abrange pessoas de classes sociais, níveis educacionais e profissionais menos favorecidos, além de jovens na faixa dos 20 anos. Os casais swingers são estáveis e possuem uma relação forte e estabelecida, ao contrário do que muita gente imagina. Outra característica é que a maior parte dos swingers tem filhos.
Maria Silvério, autora da pesquisa e do livro, é antropóloga (Divulgação / Chiado Editora)
- Por que os casais buscam essa alternativa? Como se dá essa negociação?
O motivo mais destacado é a variedade de experiências e de parceiros sexuais que a prática proporciona. Outra razão é a busca por prazer e excitação. Um terceiro motivo bastante alegado é a possibilidade de conhecer pessoas novas e ampliar o círculo social do casal. A iniciativa é quase sempre do homem e o processo de negociação é demorado. Alguns casais chegam a ficar um ano amadurecendo a ideia. De fato, não é algo que surge a ideia hoje e, amanhã, o casal já vai para uma casa de swing. É preciso conversar bastante antes, demonstrar os medos, anseios, desejos e vontades de cada um. O casal que vai para o swing sem estar preparado corre o risco de arruinar a relação. Além disso, é comum os casais frequentarem várias festas e não se envolverem com ninguém até ficarem mais à vontade. No livro, por exemplo, entrevisto um casal que frequenta o meio há três anos, já visitou casas em vários países da Europa e resorts específicos no Caribe e nunca se envolveu com outras pessoas porque a esposa ainda não se sente preparada. Mesmo assim, eles gostam de frequentar este universo porque a excitação do ambiente faz com que eles tenham uma noite de amor maravilhosa quando chegam em casa!
- Como fica a dinâmica do casal depois de passar por uma experiência dessas ou realmente aderir ao movimento? Ou seja, não é preciso preparo emocional para lidar com ciúmes, com a ideia de “traição” etc?
Sim, claro! É preciso muita preparação emocional individual e do casal. Como disse antes, é uma decisão que tem que ser bastante refletida e pensada. Mesmo depois de entrar para este universo, o casal continua se adaptando, moldando e transformando a relação conforme as experiências vividas. Muitos afirmam que transformam o ciúme em fonte de excitação e prazer, em um sentimento que aumenta ainda mais o desejo pelo parceiro. Além disso, os casais estabelecem as suas regras internas e deixam claro o que pode e o que não pode, o que será permitido naquele encontro, etc. Todos destacam que os dois pilares de uma relação amorosa são a confiança e o respeito. Aparentemente isso é conquistado através do compartilhamento de frustrações, angústias, alegrias, tristezas e experiências negativas ou positivas.
- Existem diferenças entre o que rola no Brasil e na Europa? Quais?
O univero swinger é muito semelhante em todos os lugares, já que existem regras claras de comportamento e conduta nas casas e nos encontros. As pessoas comparam a dinâmica dos clubes em países como França, Espanha e Brasil, e afirmam que nestes lugares não perde-se tanto tempo conversando, mas sim fazendo sexo. Também ouvi comentários acerca do pudor dos portugueses quanto à nudez, algo que, segundo esses informantes, já não é tanto tabu no exterior e muitas pessoas andam nuas pelos clubes. Depende muito das diferenças culturais, mas também do público de cada casa. É comum, por exemplo, swingers de Minas dizerem que o swing em São Paulo já está desconfigurado, que é balada liberal em que qualquer um vai, mesmo sem ter o swing como estilo de vida.
- O que você diria para quem tem essa fantasia, mas teme a reação do parceiro(a)?
O fato de não fazer parte dos nossos valores conjugais, sexuais e morais faz com que o swing desperte muita dúvida, insegurança, medo e falta de compreensão. De fato, em um primeiro momento, é difícil não apenas falar com o parceiro sobre essa vontade, mas também aceitar e lidar com o próprio desejo. A iniciativa para o swing é majoritariamente masculina, como mostram todas as pesquisas, mas isso não significa que as mulheres não têm essa vontade. Já no caso da iniciativa ser feminina, muitos homens podem não saber como reagir, pois podem achar que isso não é coisa de mulher e chamá-la de puta, sem vergonha, etc. Devido à essas questões socioculturais, o que eu diria para uma pessoa que tem essa fantasia, mas teme a reação do parceiro(a,) é que ela não deve deixar o desejo de lado. É preciso lidar com a situação aos poucos, demonstrar a vontade em alguns momentos-chaves, etc. Como disse antes, o diálogo é um pilar central nas relações swingers. É preciso ser sincero, respeitar o outro, não ter medo de demonstrar seus desejos, anseios, etc. Uma dica, por exemplo, é ir alimentando o desejo no parceiro aos poucos ao invés de dizer na cara: “quero ir a uma casa de swing”. Após assistir a um filme romântico, depois de uma transa gostosa, etc, a pessoa pode “confessar” ao parceiro alguma fantasia sexual. Enfim, trata-se de uma prática que abala os nossos valores morais, conjugais e sexuais. Por isso, na minha opinião, é importante respeitar o seu próprio tempo e o tempo do parceiro, mas sem desistir do desejo. Além disso, só se deve partir para este universo se o relacionamento estiver forte e estável. Caso contrário, o swing irá destruir a relação.
*Nathalia Ziemkiewicz, autora desta coluna, é jornalista pós-graduada em educação sexual e idealizadora do blog Pimentaria. 
Fonte:https://br.vida-estilo.yahoo.com/a-maioria-dos-casais-swingers-tem-rela%C3%A7%C3%A3o-est%C3%A1vel-182025643.html