'TARADO' OU 'VAGABUNDA' : VÍCIO EM SEXO TRAZ ESTIGMA,APESAR DE SER DOENÇA INTERNACIONALMENTE CATALOGADA

'Tarado' ou 'vagabunda'; nada disso. Vício em sexo é doença internacionalmente catalogada

O impulso sexual excessivo não tem cura. O tratamento envolve acompanhamento médico e psicológico. Veja opinião de especialistas 



Falam sobre este tipo de desvio,o psiquiatra forense e diretor da Associação Mineira de Psiquiatria, Paulo Repsold, e a psicóloga pós-graduada em Sexualidade Humana, especialista em Terapia Breve para diagnóstico e tratamentos de conflitos e disfunções sexuais, Sônia Eustáquia Fonseca, sobre a dependência em sexo. Os especialistas esclarecem a origem da doença, as formas de tratamento, as confusões e os preconceitos que dificultam a aceitação dos próprios pacientes e das famílias e a incidência na população. Leia abaixo:

'A pessoa tenta se controlar e não consegue. Ela pode até fazer um esforço, mas não terá sucesso. Como em qualquer outro tipo de dependência, com o passar do tempo, a pessoa repete mais intensamente ou com mais frequência para ter a mesma sensação. No princípio da doença o hábito pode até ser prazeroso, mas depois vira alívio', afirma Paulo Repsold

É doença!

Catalogado na 10ª edição da Classificação Internacional de Doenças (CID-10) o vício em sexo, como é conhecido popularmente, é denominado como impulso sexual excessivo. Em outro capítulo da mesma publicação é agrupado com outras doenças na categoria transtornos de hábitos e impulsos. “É uma compulsão comportamental como o vício em jogo ou em compras. A pessoa age de forma compulsiva a despeito de prejuízos a si própria ou a terceiros. O doente é escravo da compulsão, se assemelha muito ao vício de drogas lícitas ou ilícitas”, define o psiquiatra forense e diretor da Associação Mineira de Psiquiatria, Paulo Repsold.

Segundo ele, as compulsões são uma doença porque chegam ao cérebro por uma via única. “O doente repete insistentemente uma ação para sentir um alívio”, explica. Ao contrário do que se pode pensar, a busca não é pelo prazer que essa ação proporcionaria. “A pessoa tenta se controlar e não consegue. Ela pode até fazer um esforço, mas não terá sucesso. Como em qualquer outro tipo de dependência, com o passar do tempo, a pessoa repete mais intensamente ou com mais frequência para ter a mesma sensação. No princípio da doença o hábito pode até ser prazeroso, mas depois vira alívio”, afirma. 

E sendo uma dependência, interromper de forma abrupta um vício comportamental - como é o do sexo – o dependente vai apresentar, ainda de acordo com o psiquiatra, um quadro clínico de abstinência como acontece com os viciados em drogas. Os sintomas são ansiedade, insônia e irritabilidade.

O impulso sexual excessivo é uma alteração quantitativa com aspecto qualitativo. “E aí entram as perversões sexuais. Além de muito sexo, o doente quer ter relações sexuais de uma forma bizarra, doentia”. O termo cientifico usado para esse tipo de comportamento compulsivo é parafilia e envolve, por exemplo, o sadomasoquismo e o voyeurismo.

Um pensamento que permeia a questão é se a pessoa com impulso sexual excessivo é necessariamente bissexual. “Ela pode até ter experiências homossexuais, mas não quer dizer que essa seja a orientação sexual da pessoa. Ter experiência homossexual não significa ser homossexual”, explica.

Entre as consequências diretas da enfermidade, o psiquiatra forense afirma que os dependentes em sexo estão mais expostos a doenças sexualmente transmissíveis. “Eles também correm mais risco de conflitos interpessoais que envolvem traição e brigas”, acrescenta.

Origem e preconceito

Repsold diz também que o início do impulso sexual excessivo reúne vários fatores. “O paciente tem uma tendência pessoal, genética, uma fragilidade herdada. Se ele se expuser àquele fator em que é mais vulnerável, tem chance menor de conseguir se segurar”, afirma. No entanto, conforme o psiquiatra, não se pode ignorar as próprias experiências de vida que podem desencadear, de forma psicológica, a compulsão. “A pessoa acaba desenvolvendo uma compulsão à medida que a ação serve para distrair a ansiedade que ela tem em lidar com conflitos que lhe são insuportáveis. Ou seja, ela desvia a forma de lidar com o problema para uma outra atividade. Mas isso se dá inconscientemente”, frisa o especialista. Segundo ele, alguns comportamentos envolvem o prazer espontaneamente. “A pessoa repete, repete e acaba viciando”, diz.

Paulo Repsold conta que, na história da medicina, a pesquisa em vícios artificiais – como o de drogas, por exemplo, foi o que ajudou a compreender os vícios internos, onde se enquadram as compulsões. “O vício espontâneo foi percebido após o entendimento do vício em drogas”, conta. Para o especialista era comum – mas infelizmente ainda é – que as pessoas que sofriam de alguma compulsão fossem julgadas com termos como ‘vagabunda’ ou ‘tarado’.

Apesar de a doença ser mais comum entre os homens, no filme 'Ninfomaníaca', Lars von Trier escolhe uma protagonista mulher, interpretada por Charlotte Gainsbourg

O vício em sexo, mas também outros tipos de comportamentos compulsivos, está imbuído de discriminação. Segundo o especialista, esse preconceito contra doenças psiquiátricas tem dois alvos: a doença em si e o doente. “O preconceito com o doente manifesta-se no medo de a pessoa surtar, de não querer conviver com o paciente. Mas o pré-julgamento mais nocivo e que muitas vezes não é percebido é o de não reconhecer a doença mental. As pessoas julgam como uma questão moral. Não acreditam na doença, acham que a pessoa está inventando, que é um problema social, um problema estritamente psicológico”, observa. Paulo Repsold não nega a influência dos componentes sociais, mas exagera para provocar a reflexão: “ninguém fica esquizofrênico porque é pobre”. E reforça: “É doença mesmo. Não é opção. A pessoa sofre”.

O vício em sexo, mas também outros tipos de comportamentos compulsivos, está imbuído de discriminação.

Tratamento

Os transtornos de hábitos e impulsos, entre os quais se enquadra o impulso sexual excessivo, não têm cura. “É uma doença crônica, mas o tratamento médico, acompanhado do terapêutico, controla o comportamento compulsivo. Esse controle é considerado satisfatório quando os sintomas da doença desaparecem e esse desaparecimento persiste por um longo tempo”, explica. O psiquiatra vai buscar na hipertensão, doença que atinge 24,3% de brasileiros segundo o Ministério da Saúde, um exemplo para elucidar o tratamento. “Também não tem cura, o controle é feito com medicamento e a pessoa pode viver muito tempo e morrer de outra coisa”, cita. No entanto, ele ressalva, não é fácil conter os vícios comportamentais no início do tratamento. O importante, segundo ele, é saber que é possível o paciente levar uma vida normal.

Hoje em dia, aponta Paulo Repsold, a medicina trata o impulso sexual excessivo como parte de uma grande síndrome, a das compulsões comportamentais, respeitando a particularidade de cada uma delas. “Todas elas têm os princípios básicos da dependência”, elucida.

O tratamento é dividido em duas partes: o medicamentoso e o psicoterapêutico. Os psicofármacos ajudam a diminuir o estado de ansiedade e a compulsão. Repsold alerta que, em muitos casos, os comportamentos compulsivos - como o impulso sexual excessivo - vêm acompanhado de outra doença psiquiátrica. “Apenas para facilitar o entendimento, o tratamento seria como reformatar um computador. O paciente precisa se reabilitar mentalmente como era antes da doença. Para isso, é importante as duas vias de assistência, medicamentosa e terapêutica”, frisa.

O tratamento psicológico é importante porque a pessoa viciada em sexo necessita de autoconhecimento e treinamento para lidar com as consequências da doença, explica o psiquiatra. “O paciente precisa saber lidar, por exemplo, com o preconceito”.

Ao contrário do que se pode pensar, medicamentos para diminuir libido não fazem parte do tratamento. “A castração química não é eticamente aceita. É violência. Existem outras formas de abordagem da doença para preservar a vida sexual da pessoa”, reforça.

Fonte:http://sites.uai.com.br/app/noticia/saudeplena/noticias/2014/01/17/noticia_saudeplena,147221/tarado-ou-vagabunda-nada-disso-vicio-em-sexo-e-doenca-internacio.shtml

Grupos anônimos podem ajudar, mas é preciso buscar a origem da dependência sexual

O vício em sexo nunca existe sozinho, diz psicóloga. Filmes como 'Ninfomaníaca' podem ajudar aqueles que sofrem a perceber que não estão sozinhos. 'É sempre importante lembrar que uma vida sexual saudável é voltada para o prazer e para a troca com o outro', aponta Sônia Fonseca. E veja também: entrevista com a coordenação nacional do Dasa.

Sônia Eustáquia Fonseca, psicóloga pós-graduada em Sexualidade Humana, especialista em Terapia Breve para diagnóstico e tratamentos de conflitos e disfunções sexuais, observa logo de cara que a dependência sexual caracteriza-se por uma compulsão pelo ato; e não pela satisfação. O sofrimento é inerente.

Impregnada de símbolos religiosos, nossa cultura considera profano o sexo que não se destina à procriação. Isso só dificulta o reconhecimento e o tratamento do problema, que não é tão incomum. 'Tem me assustado a quantidade de casos que recebo que envolvem a compulsão sexual', diz a especialista.

Sônia pondera também que, ainda hoje, o sexo é visto na nossa sociedade como um ato não voltado ao prazer. “Impregnada de símbolos religiosos, nossa cultura considera profano o sexo que não se destina à procriação. Isso só dificulta o reconhecimento e o tratamento do problema, que não é tão incomum. Tem me assustado a quantidade de casos que recebo que envolvem a compulsão sexual, manifestando-se na dependência de sites pornográficos, por exemplo”, afirma a psicóloga.

A especialista explica que, em muitos casos, há uma propensão ao desenvolvimento de uma compulsão sexual, e a facilidade de acesso faz com que ela se manifeste. “As pessoas que receberam uma educação em relação ao certo e errado, têm noção de censura, caráter e limites acabam ficando muito mal consigo mesmas e desenvolvem um tipo de neurose obsessiva. A ideia que motiva a compulsão – por exemplo, ver vídeos de sexo com travestis – é considerada uma ideia intrusiva. 'Eu não quero, mas não controlo'. Em alguns desses casos, o tratamento pode incluir medicamentos ansiolíticos e antidepressivos, mas não há uma substância específica para a cura. Isso não existe”, explica Sônia.

Uma característica importante da dependência sexual, assim como de outros vícios, é que o transtorno nunca existe sozinho. “Daí a importância de uma consulta com profissional da área. As descrições isoladas de cada problema existem muito mais para fins didáticos, porque na prática elas nunca estão isoladas. Os sintomas dos pacientes sempre reúnem dois ou três códigos do CID”, define a terapeuta. Mas será que existe um gatilho para o problema, alguma desilusão amorosa, talvez? Segundo Sônia, o gatilho está mais ligado a um quadro de depressão, neurose obsessiva ou ansiedade em excesso, por exemplo.

Como diferenciar um grande interesse pelo sexo – que muitos usam para se vangloriar e alegar que têm o vício – da dependência? A palavra-chave é o sofrimento, segundo Sônia. “Uma fantasia ou interesse pelo tema não causa sofrimento, a pessoa consegue conviver com ela. Quando a necessidade de concretizar uma fantasia provoca dor, seja porque envolve trair o parceiro ou porque implica algum risco, por exemplo, é sinal de uma parafilia”, alerta a psicóloga. 

Sônia explica que a confusão vai além do grau de apetite sexual. “Assim como no caso dos alcoólatras, há uma resistência em enxergar o problema”, afirma a especialista. Até mesmo porque muita gente acha 'bonito' ser viciado em sexo, em função das declarações de celebridades – como os atores Michael Douglas e David Duchovny e o golfista Tiger Woods – e também da cobrança por demonstrações de virilidade, no caso dos homens.

Outro aspecto que deve ser considerado na hora de avaliar o caso é o tipo de sentimento. “Só vai chegar ao consultório uma pessoa que tem uma estrutura de personalidade neurótica – todos nós temos nossa dose de neurose, diga-se de passagem – ativa, porque ela preza vínculos afetivos e sociais, limites que provocam a culpa. Pessoas que não sentem essa culpa e não prezam esses vínculos são aquelas de personalidade perversa e geralmente muito sedutora. Provavelmente não vão procurar ajuda, porque não veem nenhum prejuízo nas atitudes, para si ou para o outro”, pondera Sônia Fonseca.

Ela acrescenta que não há um medicamento específico para essa compulsão, mas que é importante avaliar, junto com o médico, o uso de remédios para amenizar os sintomas e dar mais condições ao paciente para enfrentar o processo da terapia.

Consequências e ajuda

Sônia Fonseca diz que as consequências mais extremas do impulso sexual excessivo chegam a afetar a cidadania do paciente. Há uma perda do interesse pela escola ou pelo trabalho e a pessoa se torna improdutiva, incapaz de uma contribuição social. As relações pessoais e a vida a dois também vão sendo progressivamente destruídas. “Não é incomum que o dependente enfrente sérios riscos de suicídio e também se coloque em situações que podem afetar sua saúde física. Há também o risco de uma superexposição na internet, o que ajuda a detonar a relação a dois, caso ela exista”, informa a especialista.

Sobre os grupos de ajuda, Sônia aponta, assim como o próprio Luiz, do Dasa, que eles podem ser uma maneira de aliviar os sintomas, desabafar, tirar aquele peso inicial. “Mas, nesse tipo de reunião, a origem do problema não é tratada profundamente. Os grupos ajudam a evitar recaídas, mas a psicoterapia é essencial para re-significar a causa do distúrbio”, analisa, ponderando que não se fala em 'cura'.

Assim como o grupo de ajuda, Sônia aponta que filmes como Ninfomaníaca são interessantes porque ajudam aqueles que sofrem a perceber que não estão sozinhos. “A primeira reação de quem se reconhece viciado é acreditar que está sozinho no mundo. Saber que há outros como ele/ela é um incentivo para buscar ajuda”, afirma. “O filme francês Belle de Jour, de 1967, com Catherine Deneuve, já trazia esse assunto, mas numa época muito mais fechada que a nossa. De qualquer forma, a compulsão sexual no cinema não é algo novo, mas é sempre importante lembrar que uma vida sexual saudável é voltada para o prazer e para a troca com o outro”, resume Sônia.

Para o diretor da Associação Mineira de Psiquiatria, os grupos de ajuda mútua têm um lugar fundamental no tratamento daqueles que sofrem de impulso sexual excessivo. “O papel dos Dependentes de Sexo e Amor Anônimos (Dasa) é extremamente importante. É onde os pacientes podem falar abertamente sem serem julgados ou criticados. E muitas vezes eles têm a necessidade de falar até para se certificarem que o que eles têm é doença”, conclui.

Mais comum em homens

O Brasil não tem dados estatísticos sobre a incidência do impulso sexual excessivo na população. O que a literatura internacional diz é que ocorre mais em homens e que não é raro como se pensa. Nos Estados Unidos, por exemplo, pesquisas na área sexual apontam uma incidência entre 3% e 5%.

Apesar de a doença ser mais comum entre os homens, no filme 'Ninfomaníaca', Lars Von Trier escolhe uma protagonista mulher, interpretada por Charlotte Gainsbourg. Em relação à incidência, Sônia Fonseca acredita que pode estar relacionada à condição feminina hoje. “Nós, mulheres, fomos à luta, buscamos igualdade de direitos, mas não dividimos as tarefas diárias. Apenas somamos. Essa sobrecarga e aumento de estresse diminuem o tempo disponível para povoar a mente com fantasias e desejos. Temos aí uma contradição: apesar de tanta variedade e oferta de estímulos que temos hoje, muitas de nós não conseguem aproveitar. E quem não ocupa uma parte de seu tempo com isso acaba ficando menos aberta ao sexo”, afirma a psicóloga.

 A compulsão sexual no cinema não é algo novo, mas é sempre importante lembrar que uma vida sexual saudável é voltada para o prazer e para a troca com o outro.

Entrevista com a representação nacional do Dasa

Uma pessoa que sofre por achar que está diante de um impulso sexual excessivo não terá muita facilidade em encontrar grupos de ajuda em Belo Horizonte, conforme contamos no início da matéria. A 'junta nacional' do Dependentes de Amor e Sexo Anônimos (Dasa) confirmou que o grupo mineiro está fechado 'após diversos contatos internos, infelizmente'. Nesta entrevista, no entanto, a representação nacional explica como a entidade funciona.

O Dasa funciona como outros grupos de ajuda a dependentes, a exemplo do AA?

O DASA segue os mesmos princípios do Programa de 12 Passos, 12 Tradições e 12 Conceitos, de acordo com demais grupos Anônimos. Hoje, existem aproximadamente 40 grupos de DASA no Brasil, que iniciou suas atividades no país em 1993. Cada grupo pode trabalhar de uma forma um pouco diferente na questão da entrega de fichas, mas seguramente contamos nosso tempo de sobriedade. Formalmente, durante o evento anual que acontece sempre no mês de novembro, trocamos nossas fichas de tempo de recuperação.

Temos um alinhamento total com o Dasa mundial. Seguimos as mesmas estruturas, organização e princípios. Temos um relacionamento frequente (bimensal) com o nível mundial, para alinharmos nossas principais decisões.

Qual é a principal dificuldade enfrentada pelo dependente até chegar ao Dasa?

Não existe uma resposta única. Certamente, a dificuldade em aceitar que perdemos o controle de nossa vontade e nossas vidas é um fator comum a todos nós e muitas vezes adia ou impede que busquemos a recuperação.

Geralmente, os participantes dos grupos contam com apoio da família?
Grande parte dos membros do Dasa, na medida em que se recuperam, abrem seu anonimato para a família e amigos mais íntimos. Em muitos casos recebem apoio. Por falta de informação, ainda vemos muitos familiares negarem a doença do outro, porque a aceitação refletiria uma derrota familiar e pessoal. Com o tempo, esta aceitação fica mais visível e eficaz.

Os organizadores - ou padrinhos de cada grupo - também são ex-dependentes em recuperação?
Positivo, todos os servidores (sejam na estrutura de serviços ou como padrinhos) são membros do Dasa e passam pela experiência da recuperação da dependência de amor e sexo. Isso acontece tanto no Brasil quanto no mundo.

Qual o índice de abandono?

Infelizmente não temos dados estatísticos nem dos membros nem da sua continuidade, por uma questão de anonimato. Frequentar o Dasa é gratuito e é de responsabilidade de cada membro, não havendo controle de frequência. Porém, de forma geral, vemos que em 20 anos cada vez mais temos membros que seguem com seus programas de recuperação. Muitos se afastam por não aguentar a dor da abstinência mas voltam alguns meses ou anos depois.

Como um dependente de sexo pode entrar em contato com o DASA e verificar se há um grupo na cidade dele?
Pelo nosso site www.dasa.org.br. Todos os endereços e horários estão disponíveis. Como dependemos das atualizações de cada grupo, caso alguém que entre em contato e não receba uma resposta dentro de uma semana; ou ainda encontre uma sala eventualmente fechada, solicitamos que entre em contato direto com o Dasa a nível nacional, pelo e-mail slaa@slaa.org.br (Slaa significa Dasa em inglês - Sex and Love Addicts Anonymous).

Fonte:http://sites.uai.com.br/app/noticia/saudeplena/noticias/2014/01/17/noticia_saudeplena,147222/grupos-anonimos-podem-ajudar-mas-e-preciso-buscar-a-origem-da-depende.shtml

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