A QUÍMICA DO AMOR : A BIOQUÍMICA DOS RELACIONAMENTOS AFETIVOS - O MISTÉRIO REVELADO

De acordo com estudo, a probabilidade de uma pessoa relatar um nível alto de felicidade diminui quando ela acredita que faz menos sexo do que as outras pessoas

A química do amor

Embora seja agradável pensar que seguimos o coração, a verdade é que a ciência tem explicações menos poéticas para as demandas românticas. Saiba como ela explica as questões amorosas, resultado de mecanismos puramente fisiológicos, que envolvem hormônios e receptores cerebrais. E por que nada disso vai importar quando você estiver apaixonado.

Amor: respiração e batimentos cardíacos acelerados são causados pelo excesso de dopamina no organismo; níveis mais elevados de norepinefrina causam alegria excessiva e falta de sono (Thinkstock)
"Os homens devem saber que do cérebro, e só do cérebro, derivam prazer, alegria, riso e divertimento, assim como tristeza, pena, dor e medo". A frase foi dita por Hipócrates (460-377 a.C.) há milhares de anos, mas continua certeira. Significa que aquele amor envolto em corações flutuantes, que foi incessantemente idealizado por escritores, poetas e cineastas não é bem do jeito que eles pintam. Esqueça o cupido, a sorte ou mesmo a união sublime e inexplicável de almas. "Nada é tão ao acaso, nem tão romântico", diz Carmita Abdo, psiquiatra coordenadora do Projeto Sexualidade (ProSex) do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo. O amor nada mais é do que o resultado de uma complexa cadeia de reações químicas do cérebro, e existe com o intuito único de propagar a nossa espécie. Em outras palavras, amamos porque somos o resultado de um processo evolutivo bem sucedido: ao entrarmos em uma relação estável, as chances de criarmos com sucesso nossos descendentes são muito maiores.
De acordo com a biologia evolutiva, o vínculo criado por casais apaixonados garante a segurança da espécie. Focado na sua família, o homem gasta energia em mantê-la bem provida, oferecendo todas as oportunidades para que seus filhos cresçam e perpetuem sua carga genética. Para unir o casal, o cérebro se inunda de amor — no caso, há um aumento na liberação dos hormônios dopamina e norepinefrina. São eles que causam todas as sensações típicas da paixão, como insônia, frio na barriga e pensamento obsessivo na pessoa amada.


Passado o rompante da paixão, outro hormônio entra em ação: a oxitocina. É ela que faz com que os casais criem vínculos, evoluam para o sentimento de amor romântico, e continuem juntos por anos a fio. De acordo com o psiquiatra Larry Young, coautor do livro A Química entre Nós (Ed. BestSeller, 348 pág.), é a oxitocina que nos faz focar a atenção no parceiro. "O amor é esse emaranhado de complexas reações químicas no cérebro", diz. E é nosso organismo ainda quem ajuda a escolher por quem nos apaixonamos: enquanto os homens tendem a procurar mulheres com o quadril largo (característica vinculada à progesterona, que sinaliza uma boa fertilidade), as mulheres procuram um homem que transpire sucesso e segurança. Os dois caçam ainda alguém com um sistema imunológico diferente do seu — a variabilidade garante o sucesso da espécie e evita anomalias do cruzamento entre parentes.
Ah, o amor — Embora a ciência consiga ainda explicar por que, afinal, os homens levam a fama de ser mulherengos (eles são fábricas de espermatozoides que precisam ser espalhados), ela ainda não nos tirou o gosto pelas incertezas do amor. Por mais que você saiba que o hormônio que corre no seu corpo e te faz sentir frio na barriga é a dopamina, você ainda vai, sim, curtir o primeiro beijo, o primeiro amor e sua primeira paixão. E vai se emocionar com os filmes românticos de Hollywood, com as poesias de Vinícius de Moraes e as músicas melosas de Adele. "A paixão pode ser desconfortável, uma situação de extremo êxtase. Mas quanto mais descomunal, melhor. O ser humano vive buscando situações de risco, de perigo, que saiam do cotidiano e da mesmice", diz Carmita Abdo.

O que é o amor?


Esqueça todo o romantismo, Shakespeare e Vinícius de Moraes. O amor pode até bater lá pelas bandas do coração, mas ele é resultado de complexas reações químicas que acontecem no cérebro — e nada mais são do que resultado do processo evolutivo humano. Para economizar a gastança de energia e tempo usados no processo da corte, fomos selecionados para concentrar nossa atenção em uma só pessoa — e, assim, criar com sucesso nossos descendentes. Nesse processo estão envolvidos, basicamente, três neurotransmissores: a dopamina, a norepinefrina e a serotonina, todos produzidos por áreas ligadas ao sistema de recompensa e prazer do cérebro. As mãos tremem e o coração e a respiração aceleram quando o ser amado está por perto? Não acuse o cupido. Estão em ação a dopamina e a norepinefrina, substânctias que levam à alegria excessiva, à falta de sono e o sentimento de que o amado é único, e de que é quase impossível compará-lo com alguém. Já aquela compulsão e obsessão pelo parceiro são causadas por baixos níveis de serotonina.

Amor info amor


Hangout com Carmita Abdo, especialista em sexualidade-VÍDEO

O que as mulheres procuram?


Inanna, rainha da antiga Suméria (antiga civilização, existiu entre 5.300 e 2.300 anos atrás), afirmava que seu parceiro era um homem destemido e notável. O objeto de amor de Inanna pode ser considerado o resumo do que as mulheres procuram: a capacidade do sucesso. Em outras palavras, não é que uma mulher esteja literalmente atrás do dinheiro, do saldo gordo em conta bancária. O que ela quer, na verdade, é encontrar um parceiro que seja capaz de obter sucesso. Quando se depara com esse homem, o que os genes femininos leem é: esse homem consegue prover pela família, ele tem sucesso nas empreitadas e, assim, eu e minha prole ficaremos seguros.

Por que elas gostam mais dos 'bad boys'?



Porque eles detêm a melhor carga genética. Explicação evolutiva: lá nos séculos passados, quando para comer era preciso caçar, os homens mais fortes, que transpiravam agressividade e segurança eram também aqueles que conseguiam mais comida. Eram eles ainda que tinham mais sucesso ao proteger a família de possíveis inimigos — todo bad boy gosta de uma briga. Mas isso não quer dizer que elas queiram construir, de fato, um "felizes para sempre" com eles. Pesquisas vêm demonstrando que a atração pelos caras maus é mais forte no período fértil da mulher. Em outras palavras, elas tendem a procurar os machões com o único intuito de usar o que eles têm de melhor: o espermatozoide. No resto do período, aquele cara que parece ser um bom marido e um bom pai tem mais chances.

Mulheres entram no cio?



Os cientistas concordam em uma coisa: existe um período do mês em que, em tese, a mulher está mais propensa a ser seduzida. Todo o resto ainda é motivo de controvérsia. No livro A Química entre Nós (Ed. BestSeller, 348 págs.), o psiquiatra Larry Young defende que no período fértil a mulher se comporta diferente e, acredite, os homens conseguem perceber. "Provavelmente, elas agem de um jeito mais sexy", diz. Nesse período, elas ficariam mais sedutoras e atraídas pelos machões. Segundo o pesquisador, perto da ovulação as mulheres têm uma redução nas sensações de ansiedade e risco. Assim, ficam mais dispostas a uma aproximação e sentem mais confiança em sua atração sexual. Alguns pesquisadores, no entanto, ainda são reticentes sobre o assunto. Em linhas gerais, eles argumentam que a mulher, diferentemente dos animais, ainda é muito mais "regulada" pela vida social e cultural.

Por que os homens são 'galinhas'?



Não é nada pessoal. Eles são assim simplesmente porque são uma fábrica de espermatozoide em constante funcionamento. Não há limites. Os homens evoluíram para estarem sempre prontos para fecundar a fêmea disponível que aparecer na frente — por que, né, vai saber quando outra tão desejosa vai estar por perto? A mulher, por outro lado, nasce mais restrita: ela tem um número fixo de óvulos, que estarão disponíveis apenas por um tempo determinado da vida dela. Por isso, precisam escolher melhor a quem vão entregar esse óvulo.

Por que alguns homens não foram feitos para o casamento?



É claro que a maneira como os homens são educados e passam a entender o mundo conta, e muito. Mas há ainda um detalhe a mais — e que foge, podemos dizer assim, do controle deles. É que, de acordo com o psiquiatra Larry Young, uma variação genética pode influenciar na vontade do homem em ter um relacionamento sério. Em um estudo conduzido pelo especialista, homens que não tinham uma variação no gene AVPR1A eram mais propensos ao casamento. Já aqueles que tinham essa variação apresentavam as maiores taxas de problemas conjugais: 34% dos homens que tinham duas cópias dessa variação (uma vinda do pai, outra da mãe) contaram ter uma crise no casamento e/ou ameaças de divórcio no ano anterior.

Por que o bom e velho xaveco é tão importante?



"Com uma boa conversa, o homem encanta a mulher pelo o que ela ouve, não pela aparência física dele", diz a psiquiatra Carmita Abdo, coordenadora do Prosex - Projeto Sexualidade, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo. Quando acerta no papo, o homem consegue fazer com que seja liberada uma descarga de oxitocina na mulher. Esse hormônio está diretamente relacionado à criação do vínculo entre as pessoas, na sequência, também ao amor. Mas não adianta sair balbuciando qualquer besteira. A antropóloga americana Helen Fisher, autora do livro Por Que Amamos (Ed. Record, 366 págs.) escreve: "As mulheres são mais atraídas a uma conversa carregada de emoções e autorreveladora, sobre questões pessoas e sobre os outros."

O amor vicia?



Não, mas ele ativa as mesmas regiões cerebrais que as drogas. Isso quer dizer que, apesar de não viciar, estar apaixonado é algo parecido com estar drogado. Tanto a paixão como as drogas afetam o sistema de recompensa mesolímbico do cérebro, que é ativado pela dopamina. Além dessa semelhança cerebral, o apaixonado apresenta ainda três sintomas clássicos do vício: tolerância, abstinência e recaída. Já tentava explicar Camões, no século XVI: "É nunca contentar-se de contente". Assim como com as drogas, o apaixonado quer sempre e cada vez mais seu amado. Quando não consegue o contato por algum motivo, ele anseia — por vezes loucamente — entrar em contato. Há quem vá a extremos humilhantes e até fisicamente perigosos para procurar seu narcótico/amado. Há ainda quem garanta que o orgasmo é a melhor maneira lícita de "ficar loucão".
Não ficou convencido? De acordo com o pesquisador Jim Pfaus, o que parece ser um vício em sexo nada mais é do que uma versão do transtorno obsessivo-compulsivo. "Um homem que se masturba cinco vezes por dia não é viciado nisso; ele se torna obcecado em atingir cinco orgasmos por dia", afirmou Larry Young sobre a tese de Pfaus.

Por que as preliminares são importantes?



Porque depois de sermos expostos a um estímulo aprendemos a associá-lo a uma sensação boa. Durante as preliminares liberamos uma descarga de dopamina antes mesmo que o ato sexual, em si, aconteça. A provocação e a demora sensibilizam o sistema de recompensa, e acabam por intensificar o prazer erótico.

Por que ligamos para o ex às três da manhã?



Porque em situações de stress somos capazes de fazer coisas que seriam inimagináveis. E o fim de um relacionamento é uma ótima fonte de stress: o imediato, do rompimento em si, e o posterior. Nessa fase, é comum buscar qualquer sensação relacionada ao ser amado: fotos, presentes, cheiros e comidas favoritas. Essa situação de stress é a mesma que um viciado enfrenta quando está sem a sua droga. "Isso se torna muito aversivo e entristecedor", diz Larry Young. O único jeito encontrado de contornar a situação é... procurar o parceiro. "Por isso, às vezes procuramos esse contato, mesmo que o relacionamento não possa ser curado ou retomado."

Por que eles gostam das mulheres-melancia?



Traseiros avantajados são um sinal universal de fertilidade. Mulheres com bumbuns grandes sinalizam que são boas produtoras de progesterona, hormônio relacionado à fertilidade feminina. A mulher com um copor no formato de um violão tem o quadril em média 30% maior do que a cintura — quanto mais largo for o seu quadril, maior tende a ser o canal do parto, o que facilita na hora de ter um filho. Parece bobagem, mas não é. Antes de inventarem a cesariana, os índices de bebês que morriam por não conseguirem passar por esse canal eram muito altos.

As mulheres amam mais do que os homens?



O mais correto é dizer que elas amam de um jeito diferente dos homens. De acordo com Larry Young, o amor feminino tem uma relação mais direta com a oxitocina — a molécula do vínculo maternal. "Quando ela se apaixona, há um tipo de conexão que a faz cuidar daquele parceiro. É como se ele fosse o bebê dela." Esse instinto é ainda uma forma de garantir que ela encontre um relacionamento mais estável e duradouro, no qual possa gerar e criar seus descendentes. "Nada é tão ao acaso, nem apenas romântico", diz Carmita Abdo. Já o amor nos homens tende mais à proteção do relacionamento. É que o hormônio vasopressina os leva a um comportamento mais territorialista e protetor. "Vigilante, ele vai tentar garantir a fidelidade da parceira e a distância de rivais", diz Young.


A paixão acaba?



De acordo com os psicólogos John Money e Dorothy Tennov, o estado mental alterado típico da paixão dura entre 18 meses e 3 anos. Esse limite tem explicação biológica: nosso organismo não aguentaria por muito tempo as demandas da paixão. Se ficássemos apaixonados para sempre, provavelmente nosso corpo ficaria se definhando até não aguentar mais. "O apaixonado, no auge da paixão, não dorme direito, não come direito, não consegue focar muito bem a sua vida. Nosso corpo não aguentaria viver assim para sempre", diz Carmita Abdo. É durante esse intenso período de aproximação que o casal de apaixonados cria as conexões neurais que podem caminhar — ou não — para uma forte ligação emocional. Isso significa que a paixão é apenas uma das fases do amor, e não sua definição completa. No livro A Natureza do Amor, a psiquiatra italiana Donatella Marazziti escreve: "A primeira fase que assinala o nascimento de uma relação amorosa é a da atração. Essa é a experiência mais imprevisível, mais ilógica, mais caótica e menos sujeita a regras que a natureza já preparou para a formação do casal."

Os homens preferem as loiras?



É polêmico. Enquanto algumas pesquisas demonstram que os homens preferem, sim, as platinadas, outras defendem que eles preferem é se casar com as morenas. A verdade é que nenhum dos indícios levantados até hoje — tanto pelo time das morenas quanto pelo das loiras — é conclusiva o suficiente para cravar a preferência. Empate técnico.

Os opostos se atraem?


Em termos. Levando em conta o sistema imunológico, sim, os opostos se atraem. Segundo a antropóloga americana Helen Fisher, os humanos herdam uma repulsa natural ao sexo com indivíduos muito semelhantes a eles mesmos. Isso acontece para evitar o acasalamento com membros da própria família, o que aumentaria as chances de gerar um filho deficiente. A variedade genética da prole é uma característica evolutiva importante, o que leva as pessoas a buscarem parceiros razoavelmente diferentes de si. Uma pesquisa realizada nos anos 90, por exemplo, mostrou que as mulheres são capazes de distinguir o odor mais sexy em camisas usadas por homens. Quando analisaram essas camisas, os pesquisadores descobriram que os homens escolhidos normalmente possuíam um sistema imunológico bastante diferente do das mulheres — o que aumentaria a viabilidade/resistência de um possível filho.
Comportalmente, não. De acordo com Helen Fisher, uma série de estudos científicos mostra que, no máximo, os "razoavelmente diferentes" se atraem. O interesse romântico normalmente é dirigido a alguém com muitas características semelhantes à do indivíduo. A diferença pode até servir como uma um atrativo, desde que o outro seja do mesmo grupo étnico, religioso, social, econômico ou educacional. Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos mostrou que as pessoas são capazes de avaliar seu próprio nível social e aparência física, buscando por parceiros com a mesma característica. Os opostos só se atrairiam, portanto, em casos nos quais fazem parte de grupos sociais muito semelhantes.

Por que sentimos ciúmes?



Segundo Helen Fisher, o ciúmes foi encontrado em todas as sociedades em que o amor foi estudado por antropólogos. Os homens aparentam se importar mais com a infidelidade sexual. Isso tem origem evolutiva: se ele for traído, corre o risco de criar o filho alheio. O que é sinônimo de investir tempo e dinheiro na propagação do DNA de um concorrente. Na mulher, no entanto, o ciúmes tem origem em outro lugar — já que elas, obviamente, têm certeza de que o filho dentro da barriga é delas. O ciúmes feminino é causado pelo medo de ser abandonada — emocional e financeiramente. "As mulheres têm uma probabilidade maior do que os homens de fazer vista grossa para as 'ficadas' ou para as experiências sexuais temporárias de um parceiro com uma rival", escreve Helen no livro Por que Amamos.

Dá para amar mais de uma pessoa ao mesmo tempo?



Não. Mas, segundo a antropóloga Helen Fisher, é possível que você sinta cada um dos impulsos inerentes ao acasalamento — luxúria, amor romântico e ligação — por pessoas diferentes. "Você pode sentir uma profunda ligação por um cônjuge de longo prazo, enquanto sente paixão romântica por alguém do trabalho ou do círculo social, e ao mesmo tempo sente o impulso sexual enquanto lê este livro, assiste a um filme ou faz outra coisa que não esteja relacionada com parceiro nenhum", escreve em Por que Amamos. Em outras palavras, o amor romântico — que nós chamamos de amor, apenas — você só pode sentir por uma pessoa, num dado tempo. Mesmo que seus níveis de testosterona o levem à loucura perto daquela colega de trabalho.

Elas preferem um "eu te amo" antes ou depois do sexo?



Um estudo coordenado por Joshua Ackerman, do Instituto de Tecnologia de Massachusettes, descobriu que as mulheres preferem ouvir o "eu te amo" depois da relação sexual. Para elas, a declaração depois do sexo soava mais honesta. Em um paralelo econômico, a equipe de Ackerman equiparou o raciocínio delas a um investimento. Depois de investir em um "bem" (no caso, o sexo), elas perceberam que o investimento havia compensado. O "eu te amo" antes da relação poderia, seguindo a mesma linha, ser encarado como uma tentativa de apenas de levar a mulher para a cama.

Por que até hoje não existe um Viagra feminino?



Desde o lançamento do Viagra, em 1998, a indústria farmacêutica se empenha na busca de um similar para as mulheres. O problema, no entanto, é que o desejo feminino não caminha exatamente pelas mesmas vias que o masculino. O homem, geralmente, precisa de ajuda para simplesmente ter a ereção. Na mulher, o desejo sexual pode estar inibido e recuperá-lo envolve complexas questões como luxúria, amor romântico e influências psicológicas. Enquanto o problema do homem pode ser físico, o das mulheres pode ser mais psicológico.


Fonte:http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/a-quimica-do-amor


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