quarta-feira, 12 de setembro de 2012

AS DIFERENÇAS ENTRE HOMENS E MULHERES



Estudo mostra que homens e mulheres demonstram amor de maneira muito diferente

Um novo estudo publicado na revista Personality and Social Psychology Bulletin mostrou que o senso comum de que as mulheres demonstram mais amor, ou são mais amorosas que os homens, é falso.
Na verdade, o que ocorre é que eles demonstram o carinho de maneiras muito diferentes. O que não é surpreendente, visto que há muitas diferenças entre homens e mulheres, não só físicas, mas psicológicas.
Mulheres são reconhecidamente mais propensas a falar sobre amor. Esse tipo de informação é algo facilmente observável no dia-a-dia. Mas um grupo de psicólogos sugere que, globalmente, os resultados de seu estudo indicam que homens e mulheres mostram seu amor de maneiras mais sutis do que os estereótipos culturais sugerem.
Eles acompanharam casais casados por 13 anos, e constataram que ambos os sexos tinham chances iguais de mostrar o amor através de afeto. Porém, as mulheres tinham uma tendência maior a expressar seu amor ao ser menos antagonistas, enquanto os maridos demonstravam mais amor ao iniciar atividades sexuais ou ao compartilhar atividades (fazer algo juntos).
Conclusão? Mulheres, se o maridão quer ir para o “round 2”, ele está simplesmente dizendo o quanto te ama. Da mesma forma, quando uma mulher deixa seu marido assistir a um jogo em paz, está apenas querendo expressar o quanto se importa com ele.[Science20]

Marte e Vênus? Nada disso! Homens e mulheres amam da mesma forma



O best-seller de auto-ajuda, “Homens são de Marte, mulheres são de Vênus”, publicado em 1992, sugere que homens e mulheres pensam e agem de forma muito diferente em relacionamentos. Em outras palavras, era como se viessem de planetas diferentes.
Agora, novas pesquisas científicas aparecem para discordar: na verdade, todos agem de maneira muito semelhante quando estão apaixonados, seja homem ou mulher, heterossexual ou homossexual.
Os pesquisadores pediram a 24 voluntários que estavam vivendo um amor, entre 19 e 47 anos, e em relações que duravam de 4 meses a 23 anos, para observar fotos de seus parceiros, bem como fotos de amigos do mesmo sexo que seus parceiros, mas a quem eram romanticamente indiferentes.
Metade dos participantes eram do sexo feminino (6 heterossexuais e 6 homossexuais) e metade era do sexo masculino (6 heterossexuais e 6 homossexuais). Todos se declararam apaixonados e em um relacionamento sexual com seu parceiro.
Enquanto eles observavam as fotos, seus cérebros foram escaneados com ressonância magnética funcional. Todos os participantes do estudo foram solicitados a classificar seus sentimentos em relação a seus parceiros românticos, antes e após a ressonância.
Os resultados mostraram um padrão similar de atividade entre os diferentes grupos, e envolveram a ativação de ambas as áreas corticais e subcorticais, principalmente as áreas ricas em neurotransmissores dopaminérgicos (que causam o “sentir-se bem”).
Essas áreas incluíam o hipotálamo, a área tegmental ventral, o núcleo caudado e o putâmen, bem como a ínsula, o hipocampo e o córtex cingulado anterior. A atividade dopaminérgica está fortemente ligada a atividades neurotransmissoras como as mediadas por ocitocina e serotonina, importantes na regulação das relações emocionais e de ligação entre os indivíduos.
Os estudos também mostraram que o amor pode ser cego. Há uma extensa desativação de grande parte do córtex cerebral quando os amantes visualizam fotos de seus parceiros românticos. As áreas desativadas envolvem partes do cérebro críticas para o julgamento.
Os pesquisadores afirmam que o estudo foi influenciado pela literatura mundial, de Platão a Shakespeare, Dante, Rumi, Verlaine e outros, em que sentimentos muito semelhantes são expressos tanto no contexto das relações de sexo oposto quanto do mesmo sexo, e essa ambiguidade se refletiu nos resultados. [Telegraph]




Mulheres do tipo “violão” afetam os homens como uma droga

Cientistas descobriram que observar uma mulher cheia de curvas é uma “recompensa” para os cérebros masculinos – essa observação causa efeitos parecidos com os de álcool e drogas. De acordo com os pesquisadores, essa descoberta pode ajudar no entendimento da atração que homens sentem por filmes e fotos pornográficas.
Mulheres com quadris largos são associadas à fertilidade então faz sentido, em termos evolucionários, que os homens se sintam atraídos por esse tipo de corpo.
Para chegar a essas conclusões os pesquisadores resolveram testar 14 homens. Os marmanjos analisaram fotos de sete mulheres nuas, antes e depois de uma cirurgia que as deixava com a cintura mais fina (é importante notar que elas não perderam e nem ganharam peso, só sua gordura que foi redistribuída).
Quando os voluntários viam as mulheres na fase pós-cirurgia, áreas dos seus cérebros conectadas com a sensação de recompensa eram ativadas, incluindo regiões associadas com álcool e com drogas.
Pesquisas futuras pretendem investigar como os cérebros femininos reagem a figuras atraentes. De acordo com os próprios cientistas, as mulheres também acham corpos femininos dignos de atenção, embora por motivos diferentes. Elas analisam as rivais e procuram manter seus parceiros longe de “distrações”. [LiveScience]




Porque homens agem como paspalhos diante de mulheres bonitas?


Agora é oficial. Homens realmente ficam intimidados na presença de uma mulher bonita. Além disso, os cientistas comprovaram que, na hora de tentar impressionar a dama, os caras se arriscam tanto que acabam tendo mais chances de sofrer acidentes (como tropeçar nos próprios pés, derrubar bebida na roupa, etc.).
Os cientistas perceberam que apenas olhar para a mulher bonita causa esse efeito nos homens, eles não precisam nem se aproximar muito delas.
Para chegar a essas conclusões, os pesquisadores analisaram skatistas de rua. Enquanto as mulheres andavam de skate e eram observadas por homens, nada de diferente acontecia. Mas quando os homens eram observados, e por mulheres bonitas, eles tinham uma taxa de quedas bem maior.
Testes na saliva dos skatistas mostraram que eles realmente tinham níveis de testosterona mais altos quando eram observados por mulheres. Os cientistas também afirmam que há uma conexão entre as quedas dos skatistas e manobras mais arriscadas, usadas para chamar a atenção de pares potenciais.
Mas, de acordo com os cientistas, essa atitude de se arriscar não é completamente benéfica para os homens. Alguns “exageram”, ficando agressivos e podendo até arriscar as suas vidas. Os especialistas acham que essa necessidade de se mostrar pode influenciar as maiores taxas de mortalidade observadas nos homens. [Telegraph, Foto]



Homens ‘perdem a cabeça’ falando com mulheres bonitas


Uma pesquisa feita na Holanda mostrou que, depois de conversar com mulheres bonitas, homens têm piores performances em testes que medem sua função cerebral. Quando conversam com alguém que não consideram atraente, entretanto, os homens não sofrem mudanças nas atividades cognitivas.
Os pesquisadores que realizaram o estudo acreditam que isso acontece porque o homem acaba usando muito de suas funções cerebrais ao tentar impressionar a mulher. O curioso é que as mulheres não foram afetadas ao conversar com um homem bonito. Uma explicação plausível para isso é que os homens têm uma tendência evolucionária a pensar mais sobre suas oportunidades para encontrar um par.
Para avaliar as capacidades cognitivas dos homens nessa situação, a pesquisa foi feita com 40 estudantes heterossexuais. Cada um fazia um teste de memória básico e então passava sete minutos conversando com homens ou mulheres e refazia o teste.
Os resultados mostraram que os homens ficaram mais lentos e fizeram menos acertos no teste depois de tentar impressionar as mulheres. Quanto mais eles afirmavam se sentir mais atraídos por elas, piores eram os resultados.

Quando o mesmo exame foi feito com um grupo de mulheres, os resultados foram iguais, independente se conversaram com homens ou mulheres. O psicólogo George Fieldman, membro da Sociedade Britânica de Psicologia, afirma que as descobertas refletem uma herança evolucionária. “Quando um homem conhece uma bela mulher, ele fica concentrado na possibilidade de reprodução”, afirma. “Uma mulher também observa sinais de outros atributos, como a riqueza, juventude e gentileza, e só olhar para um homem não tem o mesmo efeito”, diz Fieldman.
As descobertas da pesquisa têm consequências sobre a performance de homens que flertam com mulheres no local de trabalho ou até mesmo garotos em idade escolar, de acordo com os pesquisadores. [Telegraph]



Homens sentem mais atração por mulheres burras e imaturas, afirmam cientistas

No fim das contas, o ser humano ainda tem muito dos primeiros hominídeos, mesmo depois de mais de 35 mil anos.
A afirmação é de cientistas da Universidade do Texas, nos Estados Unidos, que postulam que a reprodução ainda é um de nossos objetivos primários.
Os pesquisadores estadunidenses criaram uma lista com 88 fatores que podem fazer a mulher parecer mais sexy e, depois, mostraram fotos ilustrando essas mesmas características para 76 homens.
Os homens tiveram de avaliar seu desejo por cada uma das características apresentadas e descobriu-se que possíveis pontos negativos, como os físicos, não influenciam tanto no desejo sexual.
Pelo contrário, a vulnerabilidade psicológica – como quando a mulher é mais imatura ou não tão inteligente – mostrou-se chave. Na opinião dos homens da pesquisa, as mais atraentes eram as mais vulneráveis, e não as mais inteligentes, justamente por serem “presas” mais fáceis.
Contudo, o interesse deles cai significantemente quando questionados sobre a possibilidade de relacionamentos duradouros com essas mulheres.
Conclusão: a avaliação da vulnerabilidade imediata de uma mulher pode ser central para a ativação de mecanismos psicológicos relacionados à “exploração” sexual.
E você, o que acha? [Telegraph, DailyMail, HuffingtonPost]


Igualdade à parte, mulheres só amam homens que tem um emprego



Segundo um estudo recente, três em cada quatro mulheres não se casariam com um homem desempregado. Também, 65% das mulheres disseram que se sentiriam desconfortáveis em casar se elas mesmas estivessem desempregadas.
No entanto, de alguma forma, 91% das mulheres solteiras também disseram que se casariam por amor e não por dinheiro. “É irônico que as mulheres dão mais peso ao amor que ao dinheiro, mas ainda não se casam se elas ou seus pretendentes estiverem desempregados”, disse Meghan Casserly, que conduziu a pesquisa.
Ainda mais revelador, segundo a pesquisadora, é que 77% das mulheres entrevistadas acreditam que podem ter tudo: um relacionamento satisfatório, uma vida familiar e uma carreira de sucesso.
Porém, 63% disseram que trabalham de 40 a 59 horas, e 62% das mulheres em um relacionamento afirmaram gastar apenas três horas ou menos com seu parceiro durante a semana.
“A carreira tomar o 1º lugar na vida das mulheres trabalhadoras, mas um número esmagador delas ainda acredita que pode ter tudo. Como? Quando?”, comenta Casserly.
Conclusão: as mulheres querem trabalhar, tanto que se colocam em situações que mal veem seus amores e amigos, e ainda acreditam que o amor é mais importante que o dinheiro, apesar do desejo de se casar com alguém com um emprego (e, portanto, com dinheiro). Ironia nem começa a explicar isso.
Ainda assim, não podemos somente culpar as mulheres de serem protagonistas da maior ironia do mundo. Afinal, não fomos todos nós criados em uma cultura que nos diz que, podemos, sim, ter de tudo?[Jezebel]



Personalidade: homens e mulheres são totalmente ou quase nada diferentes?

Um novo estudo sugere que os homens podem mesmo ser de Marte e as mulheres de Júpiter. Psicologicamente falando, há grandes diferenças entre as personalidades masculina e feminina. Mas há controvérsias.
Os resultados de uma pesquisa mostram que cerca de 18% das mulheres compartilham personalidades parecidas com os homens, e 18% dos homens compartilham personalidades parecidas com as mulheres.
Mas a maioria das mulheres têm traços de personalidade que são bastante distintas das dos homens, e vice-versa.
Segundo os pesquisadores, os homens tendem a ser mais dominantes (fortes e agressivos) e emocionalmente estáveis, enquanto as mulheres tendem a ser mais sensíveis, atenciosas (com os outros) e apreensivas.
“Psicologicamente, homens e mulheres são quase uma espécie diferente”, disse o pesquisador Paul Irwing.
As descobertas podem explicar por que algumas carreiras são dominadas por homens (como engenharia) e outras por mulheres (como psicologia).
No entanto, o estudo atraiu críticas de outros especialistas que afirmam que os métodos que os pesquisadores usaram para computar seus resultados são falhos, e que homens e mulheres não são tão diferentes assim.
Os cientistas analisaram informações de mais de 10.000 pessoas nos Estados Unidos entre as idades de 15 e 92 anos que fizeram um teste de personalidade. Os testes foram projetados para medir 15 facetas da personalidade, incluindo estabilidade emocional, dominância, vivacidade, audácia social, sensibilidade e abertura à mudança.
Em seguida, os pesquisadores combinaram a pontuação nessas facetas de personalidade para calcular o que chamaram de “diferença global” na personalidade entre homens e mulheres. A “diferença global” é essencialmente uma soma de todas as diferenças.
Os resultados vão contra a opinião dominante entre os psicólogos de que, em geral, os homens e as mulheres são mais semelhantes do que diferentes em uma série de maneiras, incluindo traços de personalidade.
Uma falha do estudo é que os homens e mulheres participantes avaliaram os seus traços de personalidade sozinhos. As pessoas são inclinadas a se classificar de uma forma que está de acordo com os estereótipos de gênero. Não é muito viril para um homem dizer que é sensível, por exemplo.
Também, usar 15 facetas de personalidade para calcular uma “diferença global” gera um valor que não tem qualquer significado real.
Essa “diferença global” não ficaria maior se mais fatores de personalidade fossem adicionados, além de 15. Ou seja, como muito mais características existem, é mais provável que homens e mulheres não sejam assim tão diferentes mesmo.[LiveScience]



Porque as mulheres preferem homens mais fracos

Você é alto, forte, musculoso, macho? Que bom para… Os outros homens. Porque as mulheres preferem mesmo são os carinhosos, cientificamente provado e tudo mais.
Quem sabe entre os macacos você seja grande coisa. Entre nós, você é a pior opção. Isso porque o gosto das mulheres evoluiu com o tempo, mudando drasticamente. Adeus, homens fortões, olá, homens espertos.
Na sociedade do passado, assim como é possível ver nos macacos e gorilas hoje, por exemplo, haviam “machos alfa”. Esses homens dominavam a comunidade em que se encontravam e tinham acesso a mais mulheres, porque os outros homens não conseguiam competir com eles fisicamente.
E o que eles fizeram? Foram chorar num canto e morreram virgens? Não. Segundo estudo da Universidade do Tennessee em Knoxville (EUA), publicada no jornal Proceedings of the National Academy of Sciences, os homens “menos cotados” da sociedade desenvolveram outras características para agradar as mulheres.
Eles não tinham músculos para competir com os “machos alfa”, mas usaram a cabeça, e nem preciso dizer que isso funciona muito mais, né? Ou seja, ao invés de tentar se tornar o “garanhão da parada”, eles passaram a dar atenção a uma mulher só, provendo a ela tudo de que precisasse: comida, proteção, etc.
Essas são as raízes da família: foi assim que começamos nossa tradição monogâmica. A “revolução sexual”, segundo termo dos pesquisadores, teve origem quando nós, mulheres, seres mais inteligentes conhecidos, começamos a escolher homens que eram bons “provedores” ao invés de seus colegas fortões.
Os cientistas dizem que isso forçou com que os outros homens mudassem seu comportamento, para se adaptar a sociedade predominantemente monogâmica atual. Mas acho que todos podemos concordar que nem todo mundo mudou. Azar o deles, né?
Aliás, uma pesquisa recente afirmou que os homens se sentem mais atraídos por mulheres “burras” e imaturas. Porque será, né? O estudo sugere que é porque essas são mais “facilmente enganadas” a cair na lábia deles. Só que, para casar, eles não querem essas são. O problema daí é que quem não quer somos nós…[Telegraph]



Porque vemos homens como pessoas e mulheres como partes de corpo

Já sabemos que mulheres seminuas são consideradas objetos pelos homens e fato de que percebemos as pessoas de modo diferente dependendo de seu gênero não é segredo. Contudo, a diferença pode ser ainda maior do que imaginávamos: segundo estudo recente, nosso cérebro (incluindo o das mulheres) tende a perceber homens como “inteiros” e mulheres como “uma soma de partes do corpo”.
Essas duas formas de percepção são chamadas de “processamento global” e “processamento local”, respectivamente. “Processamento local é a base da forma como pensamos em objetos, tais como casas ou carros”, explica a professora de psicologia Sarah Gervais, coordenadora da equipe responsável pela pesquisa. “Já o processamento global evita que façamos isso com seres humanos. Não ‘dividimos’ pessoas em partes – exceto quando se trata de mulheres, o que é impressionante. Elas são percebidas da mesma maneira que objetos”.
No estudo, os participantes viam fotos de corpo inteiro de homens e mulheres de aparência e trajes comuns. Depois, eram mostradas duas imagens: a foto original e uma versão com pequenas modificações. Em seguida, os participantes tinham que dizer qual era a imagem original.
No caso das imagens de mulheres, as diferenças eram percebidas mais facilmente quando as regiões eram mostradas isoladamente. Quando se tratava de homens, os participantes tiveram mais facilidade em diferenciar as imagens mostradas por inteiro.
Fato curioso: esse fenômeno ocorreu independentemente do gênero dos participantes. Em outras palavras, a percepção das mulheres como uma “soma de partes” não era exclusividade masculina. Os pesquisadores não souberam explicar exatamente o que havia por trás do fenômeno. “Os homens talvez façam isso porque estão interessadas em companheiras em potencial, enquanto as mulheres podem fazê-lo para se comparar com as outras”, sugere Gervais.
A equipe pretende investigar mais o fenômeno para encontrar uma possível forma de atenuá-lo – e, quem sabe, combater a “objetificação” das mulheres.[Science Daily]



Os cérebros de homens e mulheres reagem de forma diferente ao estresse

Os psicólogos já têm anotado por muito tempo que o estresse afeta homens e mulheres de forma diferente. As mulheres tendem a buscar apoio social, enquanto os homens são mais propensos a se retirar.
Agora, um novo estudo afirmou que existe mesmo uma diferença quanto ao estresse em homens e mulheres. Os pesquisadores estavam estudando como o estresse afeta os processos cognitivos nas pessoas e descobriram diferenças de tensão entre os sexos. Segundo eles, essas diferenças não aparecem a menos que as pessoas estejam estressadas.
A pesquisa pode representar uma base neurológica para a descoberta de que as mulheres tendem a ser mais enfáticas do que os homens. Os pesquisadores não sabem exatamente porque essas diferenças ocorrem, mas um dos motivos pode ser a interação dos hormônios sexuais com os hormônios do estresse.
Para saber se as diferenças no cérebro dos sexos influenciam seu comportamento, os pesquisadores se focaram na amígdala, uma estrutura do tamanho de uma amêndoa enterrada nas profundezas do cérebro, que ajuda a processar estímulos de medo, como a cara de raiva.
Os pesquisadores também analisaram a ínsula, outra estrutura cerebral profunda, que ajuda na empatia, e o pólo temporal, uma área do cérebro escondida atrás das orelhas envolvida com a compreensão do estado de espírito de outra pessoa.
Eles mediram os níveis de cortisol, o hormônio do estresse, a partir de amostras de saliva coletadas dos 47 voluntários. Em seguida, metade dos homens e metade das mulheres foram convidados a mergulhar as mãos em água gelada por cerca de três minutos, enquanto outros mergulharam as mãos em água morna.
Ambos os grupos, em seguida, tiveram seus cérebros escaneados usando ressonância magnética funcional, que mede o fluxo sanguíneo em áreas diferentes do cérebro. Os participantes concluíram algumas tarefas não relacionadas com o estudo antes de dar outra amostra de saliva. Depois disso, os pesquisadores continuaram a examinar o cérebro dos participantes enquanto os faziam assistir imagens de 160 rostos, 80 irritados e 80 neutros.
Os homens e mulheres que colocaram a mão em água gelada ficaram igualmente estressados pela experiência, a julgar pelos seus níveis de cortisol. Mas o estresse afetou seus cérebros de forma muito diferente.
Quando os homens estressados olharam faces neutras ou com raiva, seus cérebros mostraram uma diminuição na atividade na área fusiforme facial, que contribui com o reconhecimento facial. O sinal medido em seu FFA foi de cerca de 0,75%, em comparação com quase 1,5% dos homens da água quente. As mulheres estressadas, pelo contrário, pareciam mais afinadas com o reconhecimento de expressões faciais. Seu sinal FFA mediu quase 1,5%, em comparação com 0,75% das mulheres relaxadas.
Os pesquisadores também observaram uma correlação hormonal: quanto maior o nível de testosterona, menor será a atividade de FFA quando se está estressado. Eles não encontraram flutuações comparáveis com base nos níveis de estrogênio. A descoberta apóia a teoria de que os hormônios podem estar na raiz das diferenças de resposta ao estresse.
As interações entre as áreas de processamento de emoção também diferem por gênero. Os pesquisadores analisaram uma medida chamada conectividade funcional, e descobriram que os homens apresentaram menos conectividade funcional entre essas áreas quando estão estressados do que as mulheres.
Parece que quando as mulheres estão estressadas, as áreas sociais e emocionais do seu cérebro entram em alerta, talvez refletindo uma tendência a aproximação, a procura de apoio social. As mesmas áreas no cérebro dos homens parecem se separar, se soltar.
Os pesquisadores não sabem se estas diferenças são inatas do cérebro ou um produto da socialização, então eles ainda não podem dizer se a atividade diminuída no cérebro dos homens quer dizer que eles realmente tornam-se menos engajados e empáticos quando estão estressados, ou se compensam de alguma outra forma. No entanto, outros estudos não encontraram diferenças de gênero na forma como homens e mulheres agem quando estão estressados. [LiveScience]



Mulheres são mais inteligentes que homens

De acordo com uma pesquisa, mulheres são mais inteligentes que homens. Os pesquisadores chegaram a essa conclusão depois de analisar competidores de uma Trivia Online por seis meses. O jogo era uma verdadeira batalha de sexos, com equipe masculina e feminina, e terminou na última sexta feira com o resultado: as mulheres são as campeãs.
Durante a competição 15 milhões de perguntas foram feitas, aproximadamente. As mulheres responderam 4,008 milhões de perguntas corretamente. Os homens ficaram atrás, tendo respondido 4,007 milhões de perguntas corretamente.
As perguntas eram sobre diferentes assuntos. As mulheres sabiam mais respostas sobre a categoria “entretenimento” e elas acertaram 56% das perguntas (o dobro do que os homens acertaram).
A melhor categoria para os homens era “Ciência e Natureza” (eles acertaram 57% das questões relativas a esse assunto).
A próxima batalha que está sendo planejada é uma trivia online que irá confrontar jovens e maduros (pessoas abaixo dos 30 anos de idade contra pessoas acima) e começará no meio de março. [Telegraph, TPE]



Mulheres sentem-se mais atraídas por homens em carros caros

De acordo com uma pesquisa, homens que dirigem carros caros realmente atraem mais as mulheres.
Psicólogos provaram o que o “conhecimento popular” vem dizendo há anos: o carro que um homem dirige realmente influencia a maneira com que as mulheres olham para ele.
Os pesquisadores mostraram às mulheres duas fotos do mesmo homem: em uma, ele estava sentando em um Ford Fiesta velho e amassado. Na outra, ele dirigia um Bentley prateado, novinho em folha. As mulheres, que tinham entre 21 e 40 anos, em sua maioria, escolheram o homem que dirigia o Bentley, mesmo ele sendo o mesmo que dirigia o Fiesta.
O professor da Universidade de Wales, Michael Dunn, disse que os resultados mostram que as mulheres levam mais “a sério” o homem que dirige um carro novo e caro do que uma “lata velha”. Outra pesquisa de Dunn mostrou que os homens, por sua vez, são mais atraídos pela aparência da mulher do que pelo carro que ela dirige.
De acordo com o professor, os homens não prestavam atenção no carro porque estavam interessados unicamente na aparência das moças, e não olhavam para outros aspectos.
Os resultados mostram que as mulheres analisam o status de um possível parceiro, enquanto homens não ligam para isso, e se concentram apenas na beleza das mulheres.
“Esse fenômeno não é recente, acontece faz anos, e tem mais a ver com psicologia do que com qualquer piada preconceituosa” explica Dunn. “Fêmeas se concentram no poder aquisitivo de seus parceiros porque, por séculos, o homem sustentou a casa. Se o macho possui boas condições de manter um lar, ele será um bom marido e um bom pai”.
Dunn acredita que esse costume não irá mudar, mesmo com as mulheres se tornando mais independentes financeiramente e, muitas vezes, ganhando melhor do que seus parceiros.
“Falando em termos de evolução, tudo isso faz sentido” declara Dunn “Afinal, homens mais ricos, que se deram bem na vida, são considerados mais inteligentes e capazes. Sendo assim, passariam essas características para seus filhos”. [Telegraph]

Fonte:http://hypescience.com/28305-mulheres-sao-mais-inteligentes-que-homens/